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Guimarães em Debate #8

Redação
Multimédia \ sábado, julho 31, 2021
© Direitos reservados
Foram os temas trazidos por Mariana Silva e Carlos Caneja Amorim, respetivamente, na 8.ª edição do Guimarães em Debate. Programa disponível no canal do Youtube ou ouvido no Spotify, Apple e Google.

O debate começou com a questão das políticas sociais para o concelho de Guimarães. Carlos Caneja Amorim defendeu as sete propostas apresentadas recentemente por Bruno Fernandes, com destaque para os apoios aos mais idosos e para o combate à violência de género e doméstica.

Mariana Silva entende que o PSD confunde as competências do Estado com as da Câmara Municipal. Por sua vez, Francisco Teixeira elencou os programas já existentes e promovidos pela Câmara Municipal, bem como as verbas despendidas nesta área. Na resposta, Mariana Silva afirmou ironicamente que “o que não falta são programas” e Carlos Caneja Amorim referiu que “o executivo vimaranense é estático e reativo” na área social.

O programa “Lugares com história” do executivo de Domingos Bragança dominou grande parte do debate. Mariana Silva não poupou o executivo socialista nesta questão, afirmando que “não se sabe como se chegou aos 38 espaços já anunciados e Domingos Bragança não respondeu nem deixou Ricardo Costa responder”.

Francisco Teixeira defendeu que com o regulamento “deixa de ser casuístico os apoios”, relembrando que o principal instrumento de valorização do comércio tradicional foi a recuperação do centro histórico.
Carlos Caneja Amorim deixou no ar a questão: “A câmara serve para alguma coisa?”.

Como habitualmente, o programa fechou com três sugestões. Carlos Caneja Amorim não avançou com uma sugestão, mas sim com os parabéns ao Xico Andebol pelo regresso ao principal escalão do andebol português. Francisco Teixeira apresentou como sugestão de leitura o livro “Do Desaparecimento dos Rituais”, de Byung-Chul Han. Mariana Silva destacou o papel da Associação Artística da Marcha Gualteriana e convidou a uma visita à exposição existente no Toural.

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