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AD mais votada no círculo de Braga, em noite com três vimaranenses eleitos

Redação
Política \ domingo, março 10, 2024
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A coligação PSD/CDS-PP/PPM elegeu oito deputados, com Ricardo Araújo e Emídio Guerreiro eleitos, seguida do PS, com seis, incluindo Ricardo Costa. Chega sobe de um para quatro e IL mantém Rui Rocha.

Em sintonia com a tendência nacional, a Aliança Democrática (AD) foi a força política mais votada no círculo eleitoral de Braga e elegeu o maior número de deputados. A coligação entre PSD, CDS-PP e PPM reuniu 184.468 votos, correspondentes a 33,16% do total. Entre os oito representantes da força política de direita, contam-se os vimaranenses Ricardo Araújo, pela primeira vez eleito para a Assembleia da República, como número dois da lista encabeçada por Hugo Soares, e Emídio Guerreiro, número cinco da lista, que regressa a um hemiciclo onde permaneceu entre 2005 e 2013 e entre 2015 e 2019, tendo pelo meio sido Secretário de Estado do Desporto.

Vitoriosa em 11 dos 14 concelhos que compõem o círculo – as exceções foram Guimarães, Vizela e Fafe -, a AD teve uma percentagem de votos inferior à que o PSD reuniu nas Legislativas de 2022, então como segunda força política mais votada (34,78%), e elegeu o mesmo número de deputados do anterior sufrágio.

A queda do PS foi bem mais abrupta. Força mais votada no concelho de Guimarães, com x%, o partido que foi Governo nos últimos oito anos viu a sua percentagem cair dos 39,87% em 2022 para os 28,24% neste ato eleitoral. E o número de deputados também: caiu de oito para seis. O presidente da Comissão Política Concelhia do PS, Ricardo Costa, foi eleito para o Parlamento como o número quatro da lista encabeçada por José Luís Carneiro.

Terceira força mais votada, tal como em 2022, o Chega foi o partido que mais cresceu face há dois anos, em consonância com o resto do território nacional. Depois de reunir 5,81% dos votos do círculo eleitoral há dois anos, elegendo Filipe Melo, a força política mais à direita no parlamento disparou rumo aos 16,86% e elegeu quatro deputados.

Tal como há dois anos, a Iniciativa Liberal foi o quarto partido mais votado e reelegeu Rui Rocha, novamente cabeça de lista pelo círculo de Braga, mas, desta feita, como presidente do partido. A votação da IL cresceu dos 4,33% para os 6,10%.

Os restantes partidos representados na Assembleia da República foram incapazes de eleger no círculo de Braga. O Bloco de Esquerda, quinto partido mais votado, estabilizou a nível de percentagem – subiu ligeiramente de 3,75% para 3,84% -, e o Livre subiu de nona para sexta força mais votada, ao reunir 2,32% dos votos. A CDU viu a percentagem cair para 1,82%, passando a sétima força mais votada.

Nota também para a ascensão da Alternativa Democrática Nacional (ADN), partido sem representação parlamentar até agora, a oitavo partido mais votado, com 1,79%, à frente do PAN, representado na AR desde 2015, que foi nono, com 1,43%.

A abstenção foi de 29,69%, menor do que em 2022 (36,32%): no ato deste domingo, votaram 556.367 dos 780.163 eleitores inscritos.

 

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