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Álvaro e uma equipa audaz e corajosa, com “um grupo fantástico” por detrás

Redação
Desporto \ sábado, março 09, 2024
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Técnico do Vitória enalteceu entrada agressiva, produção ofensiva que deveria ter valido mais golos, os valores do grupo ao decidir entregar o penálti a Butzke. Gostaria ainda de ver Jota na seleção.

Findo o encontro com o Famalicão, Álvaro Pacheco desdobrou-se em elogios para as várias dimensões da performance da sua equipa neste sábado à noite, do posicionamento em campo às oportunidades criadas, a merecerem mais golos.

“Tivemos oportunidades mais do que suficientes [para resolver o jogo mais cedo]. Entrámos fortes, ofensivamente muito agressivos. Nunca permitimos que o Famalicão fizesse ligações. Nunca deixámos entrar o jogo interior do Famalicão e nunca deixámos os laterais chegarem à profundidade. Com bola, tivemos um jogo posicional fantástico. Fomos capazes de desmontar o jogo do Famalicão na pressão. Ao intervalo, o 1-0 é curto para a nossa exibição. Na segunda parte, tenho de dar o mérito aos meus jogadores por entrarem para fazer o segundo golo. Não nos expusemos tanto, mas fomos sempre uma equipa audaz, corajosa”, realçou, na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

Apesar da perda de frescura e da maior contenção na segunda parte, Álvaro Pacheco enalteceu “o jogo controlado” da sua equipa e os jogadores que entraram na segunda parte para dar frescura, nomeadamente Kaio César, jogador que está a evoluir muito, e ainda o espírito e os valores do grupo, refletidos na entrega da grande penalidade a Adrián Butzke.

“Temos um grupo fantástico. Foi uma decisão do grupo e do Tiago. Isso é de louvar. O grupo decidiu ser o Adrián [Butzke] a marcar. Isso contribui para reforçar os valores do grupo. Falhar um penálti faz parte. O Adrián não queria falhar. As incidências da vida correm como correm. Temos de a aproveitar para nos tornarmos mais fortes. Disse-lhe para se tornar mais forte. O Adrián tem vindo a crescer. Toda a gente gosta dele. Tem de olhar para estas experiências para ver como se tornar mais forte”, realçou.

Ao leme de uma equipa ambiciosa, que pensa nos próximos três pontos como os mais importantes do seu percurso, Álvaro Pacheco assume que gostaria de ver Jota Silva na seleção portuguesa. “Temos um orgulho muito grande na possibilidade de o Jota ser convocado para a seleção. Acredito que possa ser pela qualidade e pelo desempenho dele”, disse.

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