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Bairro C: em Couros discute-se “Governança, Financiamento e Criação”

Redação
Cultura \ terça-feira, setembro 26, 2023
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No Largo da Fraterna, esta sexta-feira, será lançado no n.º 3 da publicação “Guimarães C Visível”. Depois, há conversas com Paulo Lopes Silva, António Cunha, Cristina Farinha e Susana Gaudêncio.

Esta sexta-feira – 29 de setembro – terá lugar o lançamento do terceiro número da publicação “Guimarães C Visível”, no âmbito do projeto Bairro C, no qual o município de Guimarães pretende pensar coletivamente a zona de Couros, recentemente classificada como Património Mundial da Humanidade.

O lançamento da publicação está agendado para as 18h30, no jardim da Fraterna, sendo que depois disso – a partir das 18h45 – há um ciclo de conversas subordinado ao tema “Governança, Financiamento e Criação”.

Neste ciclo de conversas participam Paulo Lopes Silva, vereador do pelouro da cultura da Câmara Municipal de Guimarães, António Cunha, presidente da CCDR-N, Cristina Farinha, avaliadora externa da Comissão Europeia para os programas Europa Criativa, Erasmus+ e H2020 e ainda Susana Gaudêncio, professora na Escola de Arquitetura, Arte e Design.

“A presente iniciativa assume como objetivo estratégico a construção de um corpo teórico pluridisciplinar capaz de refletir a cidade sobre diferentes perspetivas e linguagens”, dá conta o município.

“Desde há uns anos a esta parte, tem desenvolvido um projeto multidisciplinar, com o objetivo de potenciar o espaço público como sala de estar de todos quantos a desfrutam e desejam estabelecer uma relação de proximidade, mais ampla e simbiótica. Nesse sentido, foi desenhado o projeto Bairro C, que pretende estruturar-se no território – ligação entre Zona de Couros, Caldeiroa e Avenida Conde Margaride – como um laboratório de ideias assente nos pilares da Cultura, Criatividade, Conhecimento, Ciência e Carbono Zero. Um espaço para inovação e experimentação, quer do ponto de vista tecnológico, quer de novas estéticas e linguagens artísticas, quer das políticas de sustentabilidade ambiental e neutralidade climática, oferecendo novas leituras sobre a relação entre a cidade, a criação artística e a comunidade”, complementa a Câmara Municipal de Guimarães.

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