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A escassez de água por Andreia Garcia: obra inaugurada na Bienal de Veneza

Redação
Cultura \ sexta-feira, maio 19, 2023
© Direitos reservados
O projeto “Fertile Futures”, concebido pela vimaranense a propósito da gestão dos recursos hídricos, ocupa o Pavilhão de Portugal, inaugurado sexta-feira num dos principais eventos de arte do mundo.

Portugal faz-se este ano representar com mão vimaranense na Bienal de Veneza, um dos principais eventos artísticos do mundo, que se prolonga de 20 de maio até 26 de novembro. O projeto “Fertile Futures”, de Andreia Garcia, arquiteta natural de Guimarães, é o rosto do Pavilhão de Portugal, inaugurado esta sexta-feira, no segundo dia de pré-abertura da bienal.

No Palazzo Franchetti, na margem do Grande Canal de Veneza, o pavilhão luso abre as portas para exibir uma proposta que se debate com a escassez de água doce e com a busca de soluções sustentáveis para a gestão de recursos hídricos.

O projeto, com curadoria de Andreia Garcia e curadoria adjunta de Ana Neiva e Diogo Aguiar, assenta em sete casos do território português: a Bacia do Tâmega, da equipa ateliê Space Transcribers e o geógrafo Álvaro Domingues), o Douro Internacional, da arquiteta Dulcineia Santos e do engenheiro civil João Pedro Matos Fernandes, o Médio Tejo, da arquiteta Guida Marques e da engenheira do Ambiente Érica Castanheira, da Albufeira do Alqueva, do ateliê Pedrez Studio e da arquiteta paisagista Aurora Carapinha, do Rio Mira, do Corpo Atelier e a antropóloga Eglantina Monteiro, da lagoa das Sete Cidades, na Ilha de São Miguel, Açores, do Ilhéu Atelier de arquitetura e do geógrafo João Mora Porteiro, e das Ribeiras Madeirenses, do Ponto Atelier e de Ana Salgueiro Rodrigues.

Programada pela curadora Lesley Lokko, a 18.ª edição da Bienal de Veneza realiza-se sob o título “O Laboratório do Futuro”.

No segundo semestre de 2022, um projeto de arte pública de Andreia Garcia, Fórum, esteve exposto na Plataforma das Artes e da Criatividade, evocando precisamente o mercado municipal que ali funcionou, mas com a busca de “novos palcos de conversa, novas situações de paisagem, novas formas de permanência, mas também novos lugares de comensalidade naquele já foi um lugar de venda de comida”, disse, em julho de 2022, ao Jornal de Guimarães.

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