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Bragança perguntou a António Costa pelo Campus de Justiça de Guimarães

Bruno José Ferreira
Política \ quinta-feira, março 23, 2023
© Direitos reservados
Novo edifício da justiça de Guimarães deveria estar pronto há um ano, de acordo com o protocolo estabelecido entre a câmara e o governo, mas ainda não saiu do papel.

A Câmara Municipal de Guimarães já fez a sua parte no que diz respeito ao protocolo com o governo para a construção do Campus de Justiça em Guimarães, em terrenos localizados na zona da Academia de Ginástica. Foi essa a ideia transmitida por Domingos Bragança na reunião de câmara desta quinta-feira.

Depois de agilizar a disponibilização dos terrenos, a bola passou para o lado do governo, mas o prazo estipulado para a implementação deste projeto já foi ultrapassado sem que a obra se efetivasse. “Ainda anteontem fiz seguir um ofício ao primeiro-ministro a dizer que é urgente que esta obra se concretize", disse o presidente da câmara, referindo que tem sido esse o papel do município, pressionar o governo.

Este assunto foi levado a reunião de câmara por Bruno Fernandes, lembrando que o protocolo foi celebrado em 2019 e previa que no prazo e três anos fosse implementado em Guimarães um novo Campus de Justiça, que abrangesse quer o Tribunal Judicial de Guimarães quer o Tribunal das Varas Mistas.

“Estamos com dois tribunais sinalizados a vermelho, sem condições para dar resposta às necessidades”, lembrou o vereador da oposição, dizendo que por mês o estado desembolsa 32 mil euros pelas instalações de Creixomil. “O município tem que exigir”, reforçou Bruno Fernandes.

Domingos Bragança concordou que esta é uma obra “estratégica” para Guimarães. “Se não tivermos esse edifício de justiça, valências judiciárias saem de Guimarães, assim como se não ampliarmos o hospital teremos valências a sair de Guimarães nos próximos anos”, atirou o líder máximo do município, dizendo que “estes processos são processos de longo curso”.

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