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Casa da Memória acolhe gastronomia do mundo com toque vimaranense

Redação
Diversidade & Inclusão \ quinta-feira, janeiro 04, 2024
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A partir de 13 de janeiro, num sábado por mês a iniciativa “Receitas de família” procura ligar pessoas com mão para os pratos locais e pessoas habituadas à cozinha de outros pontos do globo.

Aberta desde 2016 para preservar e valorizar o património material e imaterial do território de Guimarães, a Casa da Memória abraçou as comunidades imigrantes da cidade-berço no último quadrimestre de 2023, com o “Bailar em Casa” e as suas danças de vários pontos do globo. Na entrada para 2024, esse esforço ganha um novo sabor com a celebração de diversas gastronomias.

Em 13 de janeiro, o museu gerido pel’A Oficina recebe pela primeira vez o “Receitas de Família”. Entre as 12h00 e as 15h00, os cheiros do arroz pica no chão, dos rojões à minhota ou do toucinho do céu podem coabitar com ingredientes de culturas diversas, património de quem rumou de outras paragens para viver na cidade-berço.

“E em Guimarães há atualmente receitas de todo o mundo que convivem com as mais tradicionais desta região vimaranense. E assim, na companhia de cozinheiras e cozinheiros convidados de diferentes países, este encontro irá ligar verdadeiramente as pessoas e as comunidades nos atos de comer, beber e contar histórias”, lê-se no comunicado relativo à nova iniciativa da Casa da Memória. As próximas sessões estão agendadas para 17 de fevereiro, 23 de março e 20 de abril, tendo a inscrição para cada uma delas o custo de 7,50 euros.

 

Bailar às quintas-feiras. Teatro para famílias ao domingo

No dia a seguir à estreia de “Receitas de Família” dá-se o regresso dos “Domingos na Casa”. A partir das 11h00 de 14 de janeiro, a Trupe Fandanga, companhia fundada no Porto em 2014, apresenta “Onirotóptero”, um espetáculo de marionetas para duas pessoas em cada sessão de sete minutos. “O cenário vive numa caixa ambulante que pode mover-se em qualquer espaço e os espetadores estão intimamente ligados à performance e ao marionetista, nesta obra sem palavras e dedicada a todos os públicos. São convidados a sentar-se em pequenos bancos, a colocar os auscultadores e a ‘espreitar’ o que a caixa vai revelando, aceitando o risco de serem surpreendidos”, descreve o comunicado d’A Oficina, entidade que tutela a Casa da Memória.

O espetáculo repete-se em 11 de fevereiro e 24 de março, no mesmo local, às mesmas horas, destinando-se a pessoas a partir dos três anos. O bilhete tem um custo unitário de dois euros, sendo adquirido no local, no próprio dia.

Já a iniciativa semanal “Bailar em Casa” volta ao pleno movimento esta quinta-feira, entre as 19h00 e as 20h00, “entrelaçando a dança e a memória num encontro de liberdade e de alegria” com uma linguagem conhecida de todos. Neste momento, as sessões semanais são orientadas por Yineth Jaramillo, da Colômbia, com base no imaginário sonoro de países da América do Sul, mas foram e serão propostas outras viagens musicais por diferentes continentes. A entrada é gratuita e aberta a todas as idades.

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