skipToMain
ASSINAR
LOJA ONLINE
SIGA-NOS
Guimarães
02 abril 2026
tempo
18˚C
Nuvens dispersas
Min: 17
Max: 19
20,376 km/h

CCVF e Teatro Oficina lançam programa de apoio à criação teatral

Redação
Cultura \ quinta-feira, abril 02, 2026
© Direitos reservados
Denominada “Berçário”, o prazo para candidaturas está em curso até 27 de abril e destina-se a criadores até aos 30 anos, com ligação a Guimarães ou com passagem pela licenciatura em Teatro da UMinho.

O Berçário é o programa de apoio à criação teatral do Centro Cultural Vila Flor (CCVF) e do Teatro Oficina, com o prazo para a entrega de candidaturas a apoios a decorrer entre 27 de março e 27 de abril.

“O programa destina-se a criadores até aos 30 anos, residentes no concelho de Guimarães ou com ligação relevante ao território, bem como antigos alunos da Licenciatura em Teatro da Universidade do Minho (UMinho)”, salienta a nota da cooperativa municipal A Oficina.

O programa vai selecionar um projeto original de criação teatral, que beneficiará de um conjunto de apoios destinados a acompanhar todas as fases do processo criativo: um apoio financeiro de 1500 euros, espaço de ensaio, apoio técnico e duas apresentações públicas em espaço da responsabilidade d’A Oficina, esclarece a nota.

O Berçário compromete-se ainda a dar apoio na preparação de materiais que “possibilitem dar continuidade ao percurso artístico do projeto”, permitindo “a sua candidatura a apoios de maior escala”.

A 22 de maio de 2026, dar-se-á o anúncio do projeto selecionado. O período de trabalho com o artista selecionado decorrerá entre setembro e início de outubro, com a apresentação pública prevista para outubro de 2026. O regulamento completo e o formulário de candidatura estão disponíveis no site oficial da cooperativa municipal A Oficina.

O programa abrange também “um conjunto de momentos de reflexão e partilha com profissionais convidados, contribuindo para o amadurecimento do projeto”, refere a nota enviada às redações.

Podcast Jornal de Guimarães
Episódio mais recente: #131 - O BRT e três projetos interrompidos pelo executivo de Ricardo Araújo