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Dia Internacional da Mulher assinalado em várias iniciativas públicas

Redação
Sociedade \ domingo, março 08, 2026
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Entre os vários momentos espalhados pelo território português, o mais próximo de Guimarães é a ação do Movimento Democrático de Mulheres no centro de Braga, às 15h00 de domingo.

Várias iniciativas públicas de norte a sul de Portugal assinalam, neste domingo, o Dia Internacional da Mulher, sendo a mais próxima de Guimarães a concentração do Movimento Democrático de Mulheres na Praça da República, no centro de Braga, sob o mote “Vida com dignidade, direitos com igualdade”.

“Façamos da Manifestação Nacional de Mulheres um grande momento de unidade e força, com a presença e a voz de mulheres de todas as idades, setores profissionais, realidades de vida, organizações sociais, culturais, sindicais e políticas”, refere o MDM, em comunicado.

Para o movimento, as mulheres continuam a sentir “o peso das desigualdades e discriminações”, num contexto de políticas que “não respeitam os valores de Abril nem cumprem a Constituição da República”.

“Todos os dias trabalhamos, cuidamos, participamos na vida social e política, enfrentamos baixos salários e pensões, a precariedade, as rendas incomportáveis, a destruição dos serviços públicos, a violência em casa, no trabalho, na rua e na Internet”, acrescenta a nota.

A propósito do Dia Internacional da Mulher, cuja origem remonta a 1848, quando um grupo de mulheres em Nova Iorque exigiu direitos civis, sociais e políticos para as mulheres, e que ganhou expressão no início do século XX, com os movimentos operários, o MDM compromete-se, neste domingo, a defender o acompanhamento das grávidas, o cumprimento da saúde sexual e reprodutiva e a interrupção voluntária da gravidez por opção da mulher, a rejeição do pacote laboral em discussão, a redução de horários e a abolição do trabalho por turnos em setores não essenciais, a articulação entre vida familiar, profissional e pessoal, o combate a todas as formas de mercantilização do corpo das jovens e das mulheres, a defesa da escola pública, o direito à habitação e a paz, a oposição às despesas com guerra e a solidariedade com “as mulheres do mundo inteiro na defesa da paz, na defesa dos seus direitos, contra todos as agressões e tentativas de impedir as suas opções soberanas”.

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