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Escola de Engenharia da UMinho assinala 50 anos com livro de memórias

Redação
Ciência & Tecnologia \ terça-feira, janeiro 06, 2026
© Direitos reservados
Ex-presidente da Escola de Engenharia, o reitor Pedro Arezes apresenta a publicação na quarta-feira em Guimarães; nesta terça-feira, dá-se a conhecer uma exposição e uma obra de poesia em Braga.

O "Livro de Memórias da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (EEUM) – Cinquenta Anos, Onze Presidentes, Um Futuro" vai ser lançado a 7 de janeiro, às 16h00, no espaço B-Lounge da biblioteca geral do campus de Azurém, em Guimarães. Com 182 páginas, a obra dá continuidade à edição dos 25 anos desta Escola e reflete as transformações, os desafios e a projeção alcançada, através de testemunhos de todos os seus antigos presidentes, incluindo Pedro Arezes, atual reitor da UMinho, que apresentará o livro.

Na véspera, e também no âmbito do Cinquentenário desta Escola, o espaço B-Lounge do campus de Gualtar, em Braga, acolhe às 16h00 a iniciativa “Engenharia & Arte”, aproximando estas duas áreas. Prevê-se a inauguração da exposição de pintura " Entre-linhas”, de Mário Lima e que fica patente até fevereiro, e a apresentação do livro de poesia "Meu Nome é Ninguém", de Luís Soares Barbosa.

Mário Lima é professor aposentado da EEUM e, após uma carreira em Engenharia Mecânica, descobriu na pintura uma renovada forma de expressão e paixão. Luís Soares Barbosa é professor catedrático de Engenharia Informática da EEUM, diretor adjunto da Universidade das Nações Unidas – Unidade de Governação Eletrónica, investigador do INESC TEC e poeta premiado, com sete livros – o mais recente é editado pela Officium Lectionis e inspirado num poema de Emily Dickinson. 

Os eventos têm entrada livre, mediante a lotação do espaço. O Cinquentenário da EEUM perspetiva ainda para janeiro a tertúlia “Engenharia e ética na IA”, para fevereiro o “Dia do Emprego” e a “Cerimónia de Graduação”, seguindo-se em março uma mesa-redonda sobre Engenharia e sustentabilidade e um concerto final no Theatro Circo, em Braga. Desde abril passado, a efeméride motivou já um espetáculo musical, um livro de graduação, debates, exposições, um piquenique, uma mostra de start-ups e interfaces e ações solidárias.

Fundada em 1975, a EEUM tem sido exemplar na formação e na transferência de conhecimento e tecnologia para a sociedade, estando presente nos principais rankings internacionais. A maior Escola da UMinho tem 7.800 estudantes distribuídos por 84 cursos em Guimarães e Braga. Os seus nove departamentos e nove centros de I&D agregam 263 docentes de carreira, 132 cientistas doutorados e mais de 100 técnicos.

Alguns marcos recentes da EEUM são a expansão da oferta educativa, com os cursos de Engenharia Aeroespacial e Ciência de Dados, da produção científica, com 37 cientistas entre os mais citados do mundo, dos projetos financiados, com a participação em 18 agendas do Plano de Recuperação e Resiliência, e da infraestrutura de investigação e interação - como o Guimarães Space Hub e a Fábrica do Arquinho.

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