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Esta campanha quer alertar alunos para a violência contra pessoas idosas

Redação
Sociedade \ terça-feira, junho 15, 2021
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“O Silêncio tem Voz” é uma campanha de sensibilização que envolve 50 Agrupamentos de Escolas, 480 turmas e um universo de 12.000 alunos. Município de Guimarães é parceiro.

“O Silêncio tem Voz” é uma campanha de sensibilização sobre a violência contra as pessoas idosas, cujo Dia Mundial se assinala no dia 15 de junho e decorre entre 14 e 18 de junho nas escolas do norte do país. Envolve 50 Agrupamentos de Escolas, 480 turmas e um universo de 12.000 alunos. Trata-se de uma iniciativa organizada pela Comissão de Proteção ao Idoso, Associação Regional do Norte, que conta com a parceria do Município de Guimarães, ao abrigo do protocolo de cooperação institucional - Provedor do Idoso.

Em Guimarães, participam o Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda, o Agrupamento de Escolas Gil Vicente, o Agrupamento de Escolas Fernando Távora, a Escola Profissional Cenatex, a Escola Básica de Longos, a Escola Básica Vale de São Torcato, a Escola Básica do Mosteiro, a Escola Básica de Vinha-Antão, a Escola Básica de Bela Vista e a Escola Profissional Cisave.

Domingos Bragança, Presidente da Câmara, destacou o trabalho da Comissão de Proteção ao Idoso, endereçando as felicitações ao seu presidente, Carlos Branco, bem como o trabalho da Vereadora da Ação Social, Paula Oliveira, e do Provedor do Idoso, José Lopes, estruturas essenciais para uma política de proximidade no acompanhamento das necessidades dos mais idosos. “Em Guimarães, temos Instituições de Solidariedade Social devidamente capacitadas”, disse.

Por sua vez, Carlos Branco, Presidente da CPI, recordou que Guimarães foi o primeiro município no país a implementar a figura do Provedor do Idoso. “Este município é um bom exemplo de boas práticas no setor social e no que concerne ao apoio aos idosos mais vulneráveis”, disse.

O Presidente da CPI referiu que a violência contra a pessoa idosa é reconhecida à escala global como um grave problema de saúde pública e de direitos humanos e que os estudos indicam que os companheiros e os membros da família estão envolvidos na maioria dos casos, sendo apenas de 4% a percentagem dos que apresentam queixa junto das autoridades competentes. 

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