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Rui Borges quer “rigor e disciplina” ante Gil de golos, marcados e sofridos

Redação
Desporto \ domingo, dezembro 10, 2023
© Direitos reservados
À espera de um jogo entre duas equipas que querem ter bola, Rui Borges pede Moreirense fiel à sua identidade, sob o aviso de que será cada vez mais difícil manter série positiva de resultados.

“Quanto mais o tempo passa, mais difícil se torna manter a baliza a zeros ou pontuar sempre”, constata Rui Borges, a propósito da maré positiva que se vive em Moreira de Cónegos: nas últimas sete jornadas, os verdes e brancos somaram cinco triunfos, dois empates e sofreram apenas um golo, perante o Boavista.

O próximo obstáculo é o Gil Vicente, equipa com um dos ataques mais goleadores do campeonato – é mesmo a equipa que mais marca em casa, com 18 golos – e uma das que mais sofre – 25 golos, marca apenas superada por Chaves e Portimonense. O guião de Rui Borges para o encerramento da 13.ª jornada da Liga Portugal Betclic inclui por isso rigor, disciplina e sentido de oportunidade para aproveitar as fragilidades defensivas da turma de Vítor Campelos.

“Vamos jogar com uma equipa forte no processo ofensivo, que sofre bastantes golos. O rigor e a disciplina vão ter de estar no máximo. Em termos ofensivos, dentro da nossa identidade, queremos aproveitar os défices do adversário ou aquilo que nos podem dar para conseguirmos a vitória”, realça o timoneiro do sexto classificado da Liga, com 21 pontos.

Convencido de que as equipas da Primeira Liga têm “uma pressão positiva” para olharem o Moreirense de “forma ainda mais séria”, face ao ciclo de resultados em curso e à classificação, Rui Borges avisou que o embate no Estádio Cidade de Barcelos “vai ser uma boa prova” para testar quais os patamares classificativos ao alcance do Moreirense, ainda para mais quando as duas equipas gostam de ter bola.

“Temos de estar muito proativos perante uma boa equipa e as dificuldades. Vamos ver a mesma coragem e ambição dos jogos transatos. Vamos querer ter bola, independentemente de o Gil ser também uma equipa que gosta de ter bola”, adiantou.

O treinador diz-se ainda feliz com o plantel, independentemente de quem vá jogar, num momento em que volta a dispor de Ofori para o meio-campo e de Camacho para a frente. Os substitutos Rúben Ismael e Madson são merecedores dos seus elogios, assim como o restante plantel pela postura com que encara o trabalho.

“O grupo não tem uma ambição descabida. Está ciente das dificuldades para este caminho tão positivo. Os jogadores estão cientes de que criaram este caminho. Se estes jogos foram difíceis, os próximos serão ainda mais difíceis. Os jogadores têm uma ambição enorme de serem cada vez melhores e de marcarem a história do clube. Estão cientes dos objetivos individuais e coletivos e as virtudes e defeitos como equipa”, reiterou.

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