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Laboratório da Paisagem em projeto europeu de conservação de espaços verdes

Redação
Ambiente \ sexta-feira, novembro 03, 2023
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Impulsionado por um grupo de instituições do Norte de Portugal e da Galiza, o Green Gap estende-se até junho de 2026. Em Guimarães, vai ser aplicado na Rota da Biodiversidade e nas margens do Febras.

Elaborado para “proteger, conservar e melhorar o património natural, especialmente nos espaços naturais protegidos”, o projeto europeu Green Gap arrancou na segunda-feira, no Instituto de Estudos do Território, em Santiago de Compostela, com uma reunião que teve a presença do Laboratório da Paisagem.

A iniciativa estende-se até junho de 2026, desdobrando-se em quatro documentos de planeamento e em sete projetos piloto, dois deles a executar no concelho de Guimarães: a reflorestação da designada rota da biodiversidade, entre o Parque da Cidade e a Penha, e a reabilitação e renaturalização de troços das ribeiras da Agrela e Febras, ao longo da União das Freguesias de Briteiros São Salvador e Briteiros Santa Leocádia, de Barco e de Caldas das Taipas.

O Laboratório da Paisagem conta assim com uma dotação de 143 mil euros e a Câmara Municipal de Guimarães com uma verba de 170 mil euros, no âmbito de um orçamento global superior a 2,18 milhões de euros. Três quartos do financiamento provêm do Fundo de Desenvolvimento Regional (FEDER), associado à União Europeia, na sequência da candidatura apresentada ao Programa Interreg Espanha – Portugal (POCTEP 2021-2027).

O projeto tenciona igualmente valorizar a “infraestrutura verde na região transfronteiriça”, “atuar a nível local” e “criar uma rede de infraestrutura verde multifuncional e de qualidade”, que “contribua para o desenvolvimento sustentável, para travar a perda de biodiversidade e melhorar os ecossistemas naturais e o ambiente urbano”, lê-se na nota de imprensa do Laboratório da Paisagem.

O consórcio em torno do Green Gap reúne ainda o Instituto de Estudos do Território, a Universidade da Corunha, a Diputación de Ourense, o Concello de Pontevedra e a Fundacíon CEER, na Galiza, e a Universidade do Minho, o Município de Paredes de Coura, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e a Agência Portuguesa do Ambiente no norte de Portugal.

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