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Luís Pinto: “Entender o que o jogo nos dá e jogá-lo na sua plenitude”

Redação
Desporto \ sexta-feira, março 06, 2026
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Convencido de que há ainda “muito sumo” a retirar do Vitória no último terço do campeonato, o treinador quer uma equipa a agir numa deslocação historicamente difícil ao reduto do Santa Clara.

As dificuldades logísticas, associadas ao relvado do Estádio de São Miguel e ao clima no grupo oriental do arquipélago dos Açores, são incontornáveis, e o Santa Clara tem “urgência” de pontuar para escapar ao 17.º lugar, mas o Vitória tem de estar preparado para superar as eventuais barreiras que se lhe podem deparar no domingo, colocando em prática o que apresenta no trabalho semanal.

“A forma como jogam no treino têm de a colocar em prática. Já temos oito meses de trabalho desde o início da época. Temos de fazer o que tem de ser feito nos diferentes momentos. Temos de conseguir entender o que o jogo nos dá e de o jogar na sua plenitude”, disse Luís Pinto, na antevisão ao desafio marcado para as 19h30 de Ponta Delgada (20h30 de Portugal Continental), referente à 25.ª jornada da Liga Portugal Betclic.

Ciente de que tem sido difícil “conseguir resultados interessantes” no reduto do Santa Clara – o Vitória só triunfou lá por duas vezes no escalão maior, em 2020/21 e 2022/23 -, o técnico realçou que os seus pupilos têm de estar sobretudo focados em agir.

“Ainda temos muito sumo para retirar desta equipa. Temos de estar focados em jogar. Sabemos o que queremos fazer. Queremos jogar no meio-campo ofensivo, mas também temos de saber que relvado, que clima vamos apanhar. Temos de agir e não tanto estar a pensar no que podemos apanhar pela frente”, frisou.

Aberto a mudanças no onze titular e ao regresso de Miguel Nóbrega e de Nélson Oliveira à convocatória, após nem sequer terem sido chamados ao banco de suplentes para o jogo com o Alverca, Luís Pinto realçou ainda a disponibilidade para futuras apostas nos jogadores da equipa B, que comanda a fase de apuramento de campeão da Liga 3.

“A porta tem estado sempre aberta. Não tenho tido qualquer problema em lançar jogadores que estejam bem na equipa B. Temos tido uma facilidade grande, por mérito desses jogadores, mas também pela abertura e pela coragem que temos colocado no momento de decidir, de convocar, para jogarem a titular ou a partir do banco. Tem sido forma de estar olhar para a equipa B. Não sei se se vai estrear mais alguém”, disse.

 

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