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“Luta do PS” na câmara: Bragança vai “inquirir oficialmente” Portilha

Bruno José Ferreira
Política \ segunda-feira, junho 17, 2024
© Direitos reservados
Presidente da Câmara considera que Amadeu Portilha "passou uma linha vermelha" num artigo de opinião, ao dizer que estão a ser usados recursos públicos para promoção pessoal na disputa da concelhia.

Um artigo de opinião de Amadeu Portilha fez extravasar a luta interna pela concelhia do PS para a Câmara Municipal de Guimarães e o líder do município prometeu, na reunião de câmara desta segunda-feira, “inquirir oficialmente” o presidente da cooperativa Municipal Tempo Livre.

Pedindo que a sua intervenção fique registada na íntegra em ata da reunião do executivo, Bruno Fernandes citou o referido artigo, no qual é referido por Amadeu Portilha que “neo-militantes aproveitam o seu estatuto e recursos públicos que lhe colocam nas mãos para subir no elevador social que os conduza ao destino das suas ambições pessoais”.

Na ótica de Bruno Fernandes, tal declaração “exige que esta casa pelo menos tome uma posição do que foi dito”. “Ficamos chocados e indignados”, sustentou Bruno Fernandes, acrescentando: “É um colaborador desta casa, ex-vereador desta casa, tem um peso significativo no passado desta casa. Que explique o que quer dizer ou prove o que diz ou isto é inaceitável”, atirou, dizendo também que “a luta do PS está tomada dentro desta casa” e Domingos Bragança, enquanto presidente, “não pode aceitar” isso.

Explicando que o seu conceito de democracia “não é abstrato”, o edil vimaranense considera que foram passadas linhas vermelhas. “Quem lidera tem de ter liberdade e responsabilidade. Tenho feito um esforço para compreender o pensamento de cada um nesta liberdade, desde que não ponha em causa a sua função”, disse Domingos Bragança.

Na visão do presidente da Câmara “a polémica não está instalada em Santa Clara, mas sim no Toural”, na sede socialista, indicando, ainda assim, que vai, então, “inquirir oficialmente” o líder de uma das cooperativas municipais. “São afirmações que precisam de ser esclarecidas. Irei inquirir oficialmente o presidente da cooperativa sobre o que disse, é uma linha vermelha”, complementou.

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