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Grupo Casais investe 167 milhões de euros em centro de inovação em Azurém

Redação
Ciência & Tecnologia \ quarta-feira, outubro 25, 2023
© Direitos reservados
Apresentado esta quarta-feira, o Minho Innovation and Technology Hub vai nascer nas imediações do polo da UMinho. Diretor executivo da Casais adiantou ao Expresso investimento estimado em 167 milhões.

As imediações do campus de Azurém da Universidade do Minho vão acolher o Minho Innovation and Technology Hub (MITH), projeto com a chancela do grupo de construção civil Casais, que tenciona “aliar tecnologia, inovação e sustentabilidade num ambiente colaborativo”, realça o comunicado enviado às redações.

Apresentado nesta quarta-feira, no primeiro edifício de construção híbrida da Península Ibérica, também em Azurém, que acolhe um hotel, habitação e, a partir do final deste mês, uma área que reúne café e espaços de trabalho colaborativo, o MITH será alvo de um investimento que pode atingir os 167 milhões de euros, adiantou o diretor executivo do Grupo Casais, António Carlos Rodrigues, ao Expresso.

O MITH vai emergir de um protocolo entre o Grupo Casais, a Universidade do Minho, a Câmara Municipal de Guimarães, a TecMinho e o SITIO, plataforma de trabalho colaborativo a funcionar em seis cidades portuguesas, que, em Guimarães, vai disponibilizar 2022 postos de trabalho, e quer afirmar-se como “centro nevrálgico do conhecimento e inovação em áreas como a engenharia, a sustentabilidade e a arquitetura” entre o Grande Porto e a Galiza.

O designado hub pretende promover uma interface entre as empresas, a academia e os institutos inseridos neste ambiente, sendo, por isso, um local propício à instalação de start-ups e de empresas que pretendam dinamizar a relação com a investigação, e vai dispor de ciclovias e espaços a pensar no futuro e no desenvolvimento sustentável, acrescenta o comunicado.

O MITH quer ainda ser um dos exemplos do modelo de construção híbrida em que a Casais já atua - conjugação de madeira e betão -, mais célere do que a exclusiva em betão e com menor pegada carbónica.

“Acreditamos que o setor da construção tem de ser mais sustentável. Por isso, estamos empenhados em demonstrar o potencial deste tipo de construção. Mas também sabemos que temos de estar constantemente a inovar, a procurar melhorar e em busca de novas soluções, porque é também uma exigência do consumidor. Por isso, não só construímos este hub, como estamos aqui inseridos, com os nossos colaboradores a poderem trabalhar a partir daqui, mas também queremos aprender e encontrar talento nas mais diversas aéreas – engenharia, arquitetura, tecnologia, inteligência artificial – que nos permita continuar a desenvolver e a cumprir esta nossa missão”, afirma António Carlos Rodrigues, citado pelo comunicado.

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