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O prazo-limite para nova candidatura a Capital Verde é 2023, diz Bragança

Tiago Mendes Dias
Ambiente \ terça-feira, dezembro 07, 2021
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Sem descartar 2022 como o ano de envio da segunda candidatura à distinção da Comissão Europeia, autarca diz que a proposta tem de ser apresentada até daqui a dois anos.

Depois do quinto lugar entre 13 cidades europeias na primeira candidatura a Capital Verde Europeia (CVE), em 2020 – Lisboa foi a escolhida -, Guimarães continua a ambicionar o título atribuído pela Comissão Europeia. E, segundo Domingos Bragança, o limite para a apresentação de nova candidatura é 2023. “O mais tardar terá de ser apresentada até 2023. Gostaria que fosse em 2022. Se a presidente da estrutura de missão entender que 2022 não é a data indicada, terá de ser 2023”, anunciou.

O município tem então dois anos para tentar apresentar um melhor uso sustentável do solo, uma superior qualidade da água e uma mobilidade urbana mais sustentável, os indicadores em que apresentou piores resultados para 2020. Depois de Lisboa, o título pertence, neste ano, à cidade finlandesa de Lahti, segunda classificada em 2020, e está já entregue a Grenoble (França) em 2022, e a Tallinn, capital da Estónia, em 2023.

A estrutura de missão que envolveu a primeira candidatura vimaranense a CVE e o projeto concelhio de desenvolvimento sustentável até 2030 continuará a ser liderado por Isabel Loureiro nos próximos quatro anos. O executivo municipal aprovou a recondução até 2025, com a abstenção da coligação Juntos por Guimarães. “Tem-nos acompanhado nesta estrutura de missão. Irá ser a coordenadora para a nossa repetição da candidatura. É uma professora especializada nestas áreas. Vive com paixão a área ambiental e do desenvolvimento sustentável”, sublinhou o presidente da Câmara.

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