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Pedro Pinto termina carreira e torna-se team manager no basquete do Vitória

Redação
Desporto \ quinta-feira, setembro 10, 2026
© Direitos reservados
Um dos jogadores mais relevantes da história vitoriana no basquetebol terminou carreira aos 38 anos. Agora quer contribuir para o clube como team manager e espera voltar a ver pavilhão cheio.

Após realizar mais de 500 jogos oficiais no principal campeonato português de basquetebol, ao serviço do Barreirense, do Galitos do Barreiro, do Vitória, do FC Porto e do Illiabum, antes do regresso a Guimarães, Pedro Pinto conclui a carreira de jogador, aos 38 anos.

Nascido no Barreiro, Pedro Pinto rumou pela primeira vez a Guimarães em 2013 e foi um dos elementos-chave para a presença nas finais do campeonato nacional de basquetebol nas duas primeiras épocas, ambas perdidas para o Benfica. Após rumar ao Porto em 2017, o internacional português em 53 ocasiões regressou ao Vitória em 2022 para mais quatro épocas. Para trás, ficam 261 jogos oficiais de preto e branco. Pela frente, emerge um outro desafio no clube de Guimarães: o de team manager.

“Olho de espírito aberto para este novo desafio. Tentarei aprender da melhor forma possível como executar estas funções com quem já está cá e já faz isto há alguns anos. Apesar de não ser algo novo porque sempre acompanhei este trabalho como jogador, sei que há muitas coisas que ainda não conheço. Estou empolgado com esta fase de aprendizagens”, referiu, em declarações aos meios do clube.

Vencedor de uma Taça de Portugal, de uma Supertaça e de uma Taça da Liga nos dragões, Pedro Pinto salienta que a experiência como jogador durante 20 anos permite-lhe “saber o que é que os jogadores precisam, o que é que querem, os processos de treino”.

Embora não tivesse “idealizado em continuar ligado ao basquetebol”, o novo team manager vitoriano referiu que a transição “aconteceu de forma muito natural” e afirmou ter “a motivação necessário” para elevar o basquetebol vitoriano, nomeadamente no que respeita às assistências no pavilhão.

“Primeiro terei de me adaptar a estas novas funções e como posso contribuir mais, mas claro que tenho outras ambições como poder ver o pavilhão cheio. Acho importantíssimo aqui em Guimarães resgatarmos essa cultura. Gostava de ver o pavilhão cheio como já vi em anos anteriores e isso faz toda a diferença. Quero ajudar este projeto a continuar a crescer e sentir que, época após época, existe uma evolução”, salientou.

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