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Polo do Vitória ruma à Guarda com uma missão: ganhar Taça onde nunca ganhou

Redação
Desporto \ sexta-feira, março 27, 2026
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O Vitória contabiliza duas Taças de Portugal no palmarés, mas nunca venceu a prova quando a final four se disputou na Guarda. Vítor Macedo crê que “força do coletivo” pode fazer a diferença.

No regresso da final four da Taça de Portugal de polo aquático à Guarda, o Vitória SC encara a fase decisiva da prova rainha disposto a fazer o que ainda não foi feito: erguer o troféu na cidade beirã.

As duas edições em que o emblema de Guimarães se sagrou vencedor – 2020/21 e 2024/25 – tiveram sempre como palco as Piscinas do Clube Fluvial Portuense, na cidade do Porto. Na primeira conquista, a equipa de Vítor Macedo derrotou a equipa da casa, Fluvial, por 11-7, e, no ano transato, impôs-se ao Paredes, por claros 15-6.

De resto, o Vitória soma três finais perdidas, todas diante do Fluvial. Uma delas, a de 2021/22, realizou-se em Paredes. As outras duas, realizadas em 2018/19 e em 2023/24, decorreram nas Piscinas Municipais da Guarda. Os homens que envergam a touca preta e branca estão, por isso, empenhados em obter um desfecho inédito na Guarda, na prova em que menos se tem sentido a hegemonia vitoriana que perdura desde 2018/19.

“A Taça de Portugal tem sido, de certa forma, madrasta para nós. De todos estes anos em que temos estado a lutar pelos títulos, só vencemos a Taça de Portugal em duas ocasiões. No fundo, tem sido a competição em que temos sido menos competentes. Inclusivamente, esta prova já se realizou na Guarda e nunca nos correu bem”, avisa o técnico vitoriano, em declarações aos meios do clube.

O Vitória encara, por isso, com “a máxima importância” a final four da Taça de Portugal e crê que a conquista de mais um troféu só será possível se individualidades estiverem ao “serviço do grupo, da equipa e dos objetivos comuns”, patenteando toda a força do coletivo.

O adversário da meia-final é o Sporting, terceiro classificado da fase regular do campeonato. Vítor Macedo perspetiva um adversário “muito motivado”, num jogo agendado para as 20h00 de sábado, em que a pressão está toda do lado dos seus jogadores, embora eles convivam bem com isso.

“Estamos a fazer o trabalho de scouting e de análise para perceber como é que o nosso adversário se poderá apresentar, mas nós temos de estar preocupados sobretudo com o que vamos ser capazes de fazer e impedir que o Sporting faça o jogo que pretende fazer”, frisou, vincando que os jogos da Taça são peculiares e se revestem de misticismo, por não haver qualquer margem de erro, ao contrário do que acontece no campeonato.

O experiente treinador considera ainda que a participação na final eight da Taça Challenger, em Istambul, que se saldou num sétimo lugar, deu “andamento competitivo” ao plantel, embora também se sinta algum cansaço. “Estivemos na Eslovénia em fevereiro e competimos a um bom nível e em março estivemos em Istambul a competir a um nível superior e conseguimos ser competentes e competitivos. Sentimos que temos de capitalizar esse andamento competitivo para as competições nacionais”, realçou.

A outra meia-final opõe o Paredes ao Fluvial, a partir das 18h00 de sábado. A final está agendada para domingo, às 17h00.

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