skipToMain
ASSINAR
LOJA ONLINE
SIGA-NOS
Guimarães
16 junho 2024
tempo
18˚C
Nuvens dispersas
Min: 17
Max: 19
20,376 km/h

Queda de pernada numa das mais velhas árvores da Citânia de Briteiros

Redação
Cultura \ quarta-feira, setembro 08, 2021
© Direitos reservados
A Vitrus Ambiente removeu os elementos caídos do “sobreiro grande”, assim identificado por Martins Sarmento, durante as escavações levadas a cabo no século XIX.

Uma das pernadas do “sobreiro grande” da Citânia de Briteiros caiu sobre uma das ruas do núcleo castrejo a 24 de agosto, em princípio por causa da “podridão húmida no ponto em que ela saía do tronco da árvore”, informou a Sociedade Martins Sarmento (SMS), num comunicado emitido nesta terça-feira. A árvore, identificada por Martins Sarmento como "sobreiro grande" por Martins Sarmento, durante as escavações ocorridas no último quartel do século XIX, é uma das mais velhas no castro localizado em São Salvador de Briteiros.

Foram acionados os meios necessários para proceder à remoção dos elementos caídos e restabelecer a circulação de visitantes naquele ponto, a partir da operação realizada pela empresa Vitrus Ambiente, com acompanhamento da SMS, e da equipa de sapadores florestais da Associação de Silvicultores do Vale do Ave, que se encontra em vigilância na Citânia.

Concluiu-se, no entanto, que alguns pontos da árvore mostravam risco iminente de queda, que poderia colocar em perigo as pessoas que visitam a Citânia de Briteiros. Foi, assim, contactado o Serviço Municipal de Proteção Civil, que se deslocou ao local, confirmando esta situação. Posto isto, e ouvido o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, foi realizada uma poda de limpeza deste sobreiro, pela Vitrus Ambiente, removendo partes da árvore que denunciavam algum apodrecimento.

“As operações foram dificultadas por se encontrar este sobreiro num ponto onde apenas se pode aceder a pé”, frisou ainda a instituição, salientando que o “trajeto de rechega do material lenhoso foi previamente escolhido de forma a não danificar os elementos arqueológicos”.

“Previnem-se assim futuras quedas de ramos, podendo também contribuir para a regeneração da árvore, prolongando o seu tempo de vida”, conclui a SMS.

Podcast Jornal de Guimarães
Episódio mais recente: O Que Faltava #73