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“Queremos no campo n.º 1 um centro para as modalidades, com outro pavilhão”

Redação
Desporto \ terça-feira, fevereiro 18, 2025
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O presidente em exercício vinca que a Casa das Modalidades é necessária para fomentar “desporto de base” na comunidade. Espera também contar com o pavilhão na Escola Básica João de Meira.

Agradado com os desempenhos das equipas seniores das várias modalidades além do futebol, António Miguel Cardoso defende que a criação de uma infraestrutura centralizada pode impulsionar o “desporto de base” entre crianças e jovens vimaranenses. O candidato da lista B refere ainda que há melhorias a fazer no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense, carentes de tempo e recursos, e admite que é preciso acautelar as condições para a prática do polo aquático e da natação.

 

Fizeram algumas intervenções no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense. Podemos esperar mais transformações nos próximos três anos? Quais as principais necessidades?

O que queremos fazer no pavilhão é o que queremos fazer no estádio: queremos ter melhores cadeiras, melhores bares, mais higiene nas casas de banho, trabalhar no sentido de dar cada vez melhor iluminação. O trabalho tem de ser feito de forma gradual. A vontade existe, mas são precisos recursos. Mal entrámos fizemos um ginásio no pavilhão. Agora estamos a desenvolver na academia o ginásio para a formação. Com a venda do Alberto, é importante criar esse ginásio para mostrar claramente para onde queremos ir. Estamos a trabalhar, mas nem tudo pode ser feito de um dia para o outro.

 

E o que se perspetiva?

A atual academia vai servir para jogos de futebol, Afonsinhos, equipas até aos sub-15 e também uma Casa das Modalidades. Além do atual pavilhão, queremos ter no campo número 1 um centro para as modalidades, com outro pavilhão, com outras valências, para que seja possível na atual academia juntar modalidades e futebol de formação.

 

 

“O que queremos fazer no pavilhão é o que queremos fazer no estádio: queremos ter melhores cadeiras, melhores bares, mais higiene nas casas de banho, trabalhar no sentido de dar cada vez melhor iluminação. (…) A vontade existe, mas são precisos recursos”

 

 

Gostariam então de ter um pavilhão contíguo ao atual?

As modalidades são essenciais. O Vitória é um clube eclético. As famílias precisam do Vitória. Mais do que serem grandes atletas, o importante é terem uma base desportiva. É isso que temos obrigação de fazer. Temos recursos limitados, mas, de alguma forma, achamos que faz sentido mais pavilhões, melhorar a logística por forma a que os pais ponham mais facilmente os filhos a fazer desporto. Temos essa obrigação, mas temos o apoio da Câmara nesse sentido. Acreditamos que as coisas estão encaminhadas no bom sentido. Têm sido feitas algumas obras no pavilhão desde a nossa chegada. Temos tido também bons desempenhos nas equipas seniores das modalidades, mas queremos muito apostar no desporto de base. O nosso caminho obriga a que ali, na academia, se possa criar um motor das modalidades.

 

Há novidades quanto ao pavilhão na escola João de Meira? Quão crucial é para a formação das modalidades de pavilhão? Qual o mais recente feedback da Câmara Municipal?

Será mais uma valência. Estamos a trabalhar nalguns temas. Sentimos que houve momentos em que as coisas estiveram mais suspensas em relação ao PDM. Neste momento, as coisas estão a evoluir no bom sentido. Quero acreditar que, brevemente, vamos ter boas novidades.

 

“As famílias precisam do Vitória. Mais do que serem grandes atletas, o importante é terem uma base desportiva. (…) Temos recursos limitados, mas faz sentido mais pavilhões”

 

Há planos por parte do Vitória para a piscina contígua ao pavilhão? A Câmara já indicou que gostaria de transformar aquela infraestrutura numa piscina para a comunidade. Por outro lado, o treinador de polo aquático já indicou que as piscinas municipais são insuficientes para as necessidades da equipa. Faria sentido aquela piscina servir a natação e o polo? Essa hipótese é exequível?

Há um projeto para fazer ali piscinas. Temos a preocupação com o polo aquático. É um desporto que nos obriga a isso e que muito consideramos. Tem uma equipa fantástica, com uma atitude competitiva e cultura desportiva exemplares. Quando estou com eles, faço questão de o dizer. Sente-se claramente essa humildade, esse compromisso. Aí está a base para muitas vitórias. Todo o desporto tem a aprender com esse exemplo, como tem a aprender com a seleção nacional de andebol. Esses bons espíritos são a base para trazer as vitórias e a superação. Esses exemplos são sempre seguidos.

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