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Rui Torrinha deixa cooperativa A Oficina ao cabo de 16 anos e meio

Redação
Cultura \ sexta-feira, julho 17, 2026
© Direitos reservados
Como diretor da área de artes performativas, programou os calendários de dança, teatro e música do Vila Flor, palco habitual de festivais como o GuiDance, os Festivais Gil Vicente e o Westway LAB.

Rui Torrinha anunciou esta sexta-feira o fim de ciclo na direção artística do Centro Cultural Vila Flor (CCVF) e nas artes performativas da cooperativa A Oficina. “Deixo a direção artística do CCVF e artes performativas d’A Oficina. 16 anos e meio depois saio d’A Oficina, com a sua missão incrivelmente mais expandida. Com a cidade e o mundo em estados muito diferentes”, adiantou, numa publicação nas suas páginas nas redes sociais.

No período em que trabalhou para a cooperativa municipal para a cultura, Rui Torrinha trabalhou na Capital Europeia da Cultura, em 2012, e idealizou várias edições do GUIdance, principal festival de dança contemporânea de Guimarães, dos Festivais Gil Vicente, principal mostra de teatro da cidade, e do Westway LAB, festival de música, residências artísticas e conferências sobre o setor de música que ajudou a criar, em 2014.

Rui Torrinha representou também A Oficina no festival Eurosonic, na cidade neerlandesa de Groningen, onde se reúnem vários talentos emergentes da música europeia, e na plataforma Aerowaves, que reúne várias estruturas de dança no continente. Aliás, o Spring Forward Festival, que passou por Guimarães no âmbito da Capital Verde Europeia (CVE), em maio, ocorre no âmbito da Aerowaves.

“Eu também sou hoje uma pessoa muito diferente, mas transportando os mesmos valores que me fascinaram e me conduziram como profissional ao longo de todo este tempo”, acrescentou, numa publicação em que exibe duas fotografias, uma do ano da CEC e outra no CCVF.

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