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Sexta edição da Contextile acabou e organização descreve-a como “sucesso”

Redação
Cultura \ quarta-feira, novembro 02, 2022
© Direitos reservados
Cooperativa Ideias Emergentes enaltece “papel da criação têxtil no desenvolvimento de novas dinâmicas culturais nas comunidades”. Artista belga Leila Pile premiada na exposição internacional.

As paredes de 15 espaços de Guimarães já se despiram dos tecidos que as revestiram de intricados padrões de textura e cor, concebidos e executados por cerca de 200 artistas: caiu o pano sobre a sexta edição da ConTextile, e a organização, sob a alçada da cooperativa Ideias Emergentes, descreve o evento como um “sucesso”.

“Esta sexta edição foi um sucesso. Um sucesso de todos. Assinalando um crescendo de afirmação da arte têxtil contemporânea, foi momento de encontro e reflexão sobre o papel da criação têxtil no desenvolvimento de novas dinâmicas culturais nas comunidades, nos territórios”, lê-se na nota de encerramento da bienal de arte têxtil.

Responsável por criar a Contextile aquando da Capital Europeia da Cultura de 2012, a cooperativa portuense agradeceu a participação dos artistas, dos estudantes, investigadores e especialistas que participaram nas designadas textile talks, dos voluntários e dos milhares de visitantes à maior edição de sempre da bienal. A sétima edição realiza-se em 2024.

 

Prémio de aquisição para as fitas multicor de Leila Pile

A cor é um elemento que faz o quotidiano da indústria têxtil, com trabalhadores a fazerem-se acompanhar do sistema de cores Pantone para definirem o aspeto do futuro produto. Na exposição internacional que ocupou o Palácio Vila Flor entre 03 de setembro e 30 de outubro, o período da bienal, viam-se umas fitas cuidadosamente dispostas, em que o vermelho varia para o cinzento, que por sua vez varia para um bordeaux. Esse trabalho, “Graduated ribbons” (“Fitas graduadas”, em português), da belga Leila Pile, foi distinguido com o Prémio Aquisição da exposição internacional.

Entre os 56 trabalhos apresentados por 34 artistas, receberam Menções Honrosas as obras “Os sacos de compras de Tartarus”, de Arja Kärkkäinen (Finlândia), “Flashlight & Turn it off”, da chilena Estefanía Tarud; “Têxtil plástico”, do coletivo italiano IPER, e “Ativar Guimarães”, de Vânia Sommermeyer (Brasil).

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