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Sofia Ferreira quer ver Penha elevada a “área protegida local” até 2025

Tiago Mendes Dias
Ambiente \ sexta-feira, abril 21, 2023
© Direitos reservados
A vereadora municipal para o ambiente diz que gostaria de ver o processo concluído até ao final do mandato em curso. Quanto à rota da biodiversidade, é preciso atenuar “dificuldades” no traçado.

A classificação da montanha da Penha como Área de Paisagem Protegida Local é um objetivo que a Câmara Municipal de Guimarães quer concretizar; a vereadora municipal para o ambiente, Sofia Ferreira, quer ver esse estatuto atribuído àquela área verde até ao final do mandato autárquico, em 2025. “É um objetivo que estamos a trabalhar para ver concretizado, no limite, até ao final deste mandato”, disse, no âmbito da segunda edição da iniciativa Vitrus Talks, da empresa municipal Vitrus, realizada esta sexta-feira na Penha.

Neste momento, a Câmara está a trabalhar sobretudo a “fase burocrática, de elaboração de regulamentos, de elaboração de protocolos”, acrescentou. O município apresentou oficialmente a candidatura há mais de três anos, em 31 de outubro de 2019, justificando-a com as 123 espécies de fauna, as 321 espécies de flora, os 60 pontos de interesse geológico identificados e os 10 habitats protegidos, dois deles de conservação prioritária, encontrados nos 350 hectares da montanha, distribuídos pelas freguesias de Abação, Infantas, Mesão Frio, Costa, Urgezes e Pinheiro.

“Todo esse trabalho de caracterização e localização de espécies está efetuado, por uma empresa especializada, pelo Laboratório da Paisagem e pela UTAD. Esse trabalho vai sustentar a área a classificar, numa perspetiva de salvaguarda e de preservação dessas mesmas espécies”, vincou.

Questionada acerca da denominada rota da biodiversidade, uma área que se prevê de fruição contínua entre o Parque da Cidade e o topo da Penha, ao longo da encosta, Sofia Ferreira adiantou que o traçado “requer intervenção física” para se “diminuir o nível de dificuldade” para quem dela usufrui. “Temos necessidade de intervir em termos físicos para diminuir a dificuldade acentuada ao longo do percurso. O traçado está definido. Temos de trabalhar isso do ponto de vista da promoção do território, também em termos turísticos”, realçou.

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