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Paulo Turra: “Temos obrigação de resposta digna contra o Portimonense”

Tiago Mendes Dias
Desporto \ sábado, setembro 09, 2023
© Direitos reservados
Treinador voltou a pedir desculpa aos adeptos, admite que a equipa foi passiva na primeira parte e perdeu duelos, mas diz acreditar na capacidade de trabalho dos jogadores para dar a volta à situação.

A primeira reação de Paulo Turra à segunda derrota consecutiva ao leme do Vitória SC – esta com mais peso nas contas finais da época, depois do 4-0 sofrido há uma semana perante o Benfica – foi a de pedir desculpa aos adeptos. “Desde o primeiro dia que cá estou, melhorámos no nosso processo. Dentro do que aconteceu, temos de pensar no próximo jogo. Temos a obrigação de dar uma resposta digna aos nossos adeptos e a nós mesmos no próximo jogo em casa, contra o Portimonense”, começou por dizer, na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques.

O técnico admite que os vitorianos não fizeram um bom jogo, principalmente na primeira parte, em que foram “muito passivos”. “Fizemos muitos passes para o lado e para trás. Estamos aqui há três semanas. Gostaríamos de ter mais intensidade em todo o jogo. Não podemos ser uma equipa passiva”, prosseguiu.

Paulo Turra reconheceu o Vitória jogou demasiadas vezes para o lado e para trás e perdeu vários duelos contra um adversário que se organizou desde o início com cinco defesas no setor mais recuado. “Faltou-nos carregar sobre a área adversária. Ainda há um impulso muito forte de ir buscar a bola aos centrais. Tivemos três oportunidades de golo na segunda parte, mas é muito pouco para o Vitória”, referiu.

Para o brasileiro de 49 anos, a equipa de Guimarães tem de “arregaçar as mangas”, sem precisar de apoio psicológico para lidar com esta eliminação. “Não somos coitadinhos. Fomos eliminados. A única responsabilidade é nossa. Temos de pensar no próximo adversário, o Portimonense, para que possamos dar uma pequena resposta. Vamos arregaçar as mangas. Não nos vamos fazer de coitadinhos. Temos de ser uma equipa intensa e com ideias nos 90 ou nos 100 minutos para passarmos por situações como as de hoje”, disse.

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