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Teatro Oficina com propostas que se ligam à música, ao cinema e à cozinha

Redação
Cultura \ quinta-feira, fevereiro 19, 2026
© Direitos reservados
Além dos ciclos com novos parceiros - o CAAA e o Cineclube -, a companhia propõe um primeiro quadrimestre de 2026 com um conjunto de propostas que teimam em fugir ao teatro, sem o perder de vista.

Sob a direção artística de Bruno dos Reis pelo segundo ano, o Teatro Oficina prossegue, neste primeiro quadrimestre de 2026, iniciativas de anos anteriores – as Oficinas do Teatro Oficina – e o ciclo de leituras, mas também se abre a novas parcerias e ao contacto da dramaturgia e da representação com outras formas de expressão.

O destaque mais próximo tem lugar na Black Box (CAAA), no dia 20 de fevereiro, com "Katarse ou quê", concerto encenado inserido no projeto Basalto, de Guilherme de Sousa, com colaboração artística de Pedro Azevedo. Através de uma estética sombria e cinematográfica, a proposta funde música e linguagem teatral numa experiência sensorial e dramatúrgica que pretende ser intensa, "construída a partir de canções já editadas bem como de novas composições que acompanham a trajetória emocional de uma personagem em transformação, de um estado de vulnerabilidade para uma figura mais visceral e trágica", segundo a perspetiva do autor.

O espetáculo tem entrada gratuita mediante reserva e limitada à lotação disponível. Como vem sendo tradição nos eventos promovido pela estrutura, os lugares estão já bastante preenchidos, pelo que se aconselha a reserva atempada, informa a cooperativa A Oficina em nota de imprensa.

De forma comprometida com a formação dos alunos da Universidade do Minho, leva o ciclo Leituras do Teatro Oficina para dentro das suas salas de aula, com sessões conduzidas por criadores convidados como Pedro Nunes (25 fevereiro), Gaya de Medeiros (10 março) e Zia Soares (7 abril). Algumas destas sessões terão mesmo duas apresentações, de forma a serem igualmente acompanhadas pelo público geral. Pedro Nunes, por exemplo, estará também no Círculo de Arte e Recreio, na noite de 24 de fevereiro, uma terça-feira, com a colaboração do Teatro de Ensaio Raul Brandão (TERB).

Continuando a apostar na criação tanto regional como nacional, convida a artista Cristina Planas Leitão a acompanhar dois processos em criação que vão muito além da disciplina teatral: o projeto "Irmãs de Leite" (com ensaio aberto marcado para 12 março), cocriado pela vimaranense Mafalda Costa – agora conhecida no meio artístico como Mafalda depois de uma aparição inicial como Mathilda - e "Sensível" (com ensaio aberto agendado para 13 de março). Lança ainda candidaturas para o projeto Berçário, que apoia primeiras obras de jovens vimaranenses, abertas até ao dia 31 de março.

A aposta nos jovens intérpretes vimaranenses não fica por aí, e através do ciclo de leituras encenadas "Brevemente" (realizadas em parceria com o Convívio), continuará o seu formato mensal, sendo realizadas a 27 de fevereiro e a 21 de março, havendo ainda uma sessão especial marcada para o dia 25 de abril durante o aniversário da Casa da Memória.

 

Como novidade, e desta feita para o público mais norteado pelo cinema, haverá o início da rubrica "Entrecampos", em abril, e que será levada a cabo na sede do Cineclube de Guimarães, com a presença do encenador e diretor artístico José Nunes.

Na área da reflexão e investigação, o ciclo dedicado ao pensamento sobre o "erro" e a "falha", apelidado de "Sem Rede", convida o músico e mestre de cozinha Rui Souza a montar uma performance na cantina do CAAA a 15 de abril.

Os restantes projetos na área da mediação continuarão o seu formato habitual - tanto o podcast em parceria com a RUM Papagaios na Cloud, como a iniciativa Ensaios de Mesa, em conjunto com a equipa de Educação e Mediação Cultural.

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