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Botelho da Costa elogia Alverca e confirma saídas de Schettine e Marcelo

Redação
Desporto \ sexta-feira, janeiro 16, 2026
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Alerta para as dificuldades que vai criar a equipa treinada por Custódio Castro, cuja identidade é bem definida, técnico enalteceu os “dois jogadores muito queridos” que deixam plantel.

De regresso ao Estádio do Futebol Clube de Alverca, recinto do clube que orientou na temporada anterior, com reconhecido êxito – os ribatejanos foram segundos classificados e regressaram à Primeira Liga -, Vasco Botelho da Costa está ciente do “trabalho fabuloso” da estrutura do Alverca e do treinador Custódio Castro com “um plantel praticamente novo”. O Moreirense tem, por isso, de estar ao “melhor nível” se quiser repetir o triunfo da jornada de abertura do campeonato, por 2-1, no desafio da 18.ª jornada que começa às 18h00 de sábado.

“É uma equipa muito perigosa, muito bem trabalhada. A identidade da equipa é muito vincada. Defrontei o Custódio nos sub-23. Tem uma ideia muito característica do Custódio. Tem individualidades que dão muita qualidade à equipa. Temos de estar na melhor versão para termos sucesso no jogo”, disse, na conferência de antevisão ao encontro.

O técnico sublinha que os cónegos não podem “cometer qualquer deslize” no capítulo defensivo e, ao mesmo tempo, têm de ser imaginativos para contornar uma equipa que “vai fechar bem os caminhos da sua baliza”.

Certo de que os 27 pontos e o sexto lugar da tabela são “alento”, Vasco Botelho da Costa frisou que a prioridade é ver o plantel evoluir na sua forma de jogar, até para não se tornar previsível na segunda metade do campeonato, frente a adversários que já defrontou por uma vez.

“A segunda volta tem uma particularidade de jogarmos outra vez contra os mesmos treinadores, contra as mesmas equipas. Mais do que a responsabilidade de fazer igual, vamos ter de fazer algumas coisas diferentes e de continuar a evoluir. Temos tentado acrescentar coisas novas à nossa forma de jogar para não sermos uma equipa previsível e continuarmos a ter sucesso”, explicou.

Além da saída de Joel Jorquera para o Múrcia, por empréstimo, o plantel do Moreirense deixou de contar com Schettine e Marcelo na presente janela de transferências, jogadores cuja saída vai ser colmatada, num clube que olha de forma natural para o “lado financeiro” e para “a vontade dos jogadores”, sempre disposto a concluir cada mercado com “um plantel ainda mais equilibrado”, mas sem esquecer o contributo de quem passou por Moreira de Cónegos.

“Quem anda aqui, quando se trabalha no Moreirense, que é um clube de mercado, tanto para entradas, como para saídas, lida com isso com naturalidade. São dois jogadores muito queridos para o clube. São situações que acontecem: com o Schettine, há uma oportunidade de o clube fazer dinheiro. O Marcelo procurou-nos com o objetivo de ser feliz noutro sítio. Foi uma honra aprender muito com ele”, disse.

Schettine, autor de nove golos pelo Moreirense na presente época, está a caminho do Tianjin Jinmen Tiger, da China, enquanto Marcelo está prestes a assinar contrato pela União de Leiria, da Segunda Liga.

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