skipToMain
ASSINAR
LOJA ONLINE
SIGA-NOS
Guimarães
08 setembro 2026
tempo
18˚C
Nuvens dispersas
Min: 17
Max: 19
20,376 km/h

Botelho da Costa: “Temos um handicap extra, que é o tempo e a recuperação”

Redação
Desporto \ terça-feira, setembro 08, 2026
© Direitos reservados
Treinador salienta que o intervalo de três dias para preparar a receção ao Benfica é novidade para o Moreirense, cujo principal desafio é igualar “índices competitivos” do adversário. Mercado agradou.

O Moreirense recebe o Benfica nesta quarta-feira, para um desafio em atraso da terceira jornada da Liga Portugal Betclic, que tem, como particularidade, um ciclo de preparação mais curto do que é hábito. Depois de entrar em campo na sexta-feira, para um jogo em que ombreou de igual para igual com o FC Porto, no Estádio do Dragão, apesar do desaire por 2-1, a equipa axadrezada volta a fazê-lo na quarta-feira, às 20h45, mas no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas. O maior desafio dos comandados de Vasco Botelho da Costa é o de igualar “os índices competitivos” do adversário.

“Temos aqui o handicap extra, que é a questão do tempo e da recuperação. Normalmente passamos o onze no dia anterior, desta vez temos que esperar até amanhã [quarta-feira]. Uma coisa é os nossos jogadores estarem habituados a jogar de três em três dias, outra coisa é não estarem. Como é óbvio, trabalhamos para chegar a esse patamar um dia, mas sem dúvida que esse vai ser o nosso primeiro grande adversário”, admitiu o treinador, na antevisão ao desafio.

O “andamento e a intensidade” são, por isso, as primeiras preocupações do emblema de Moreira de Cónegos antes de entrar na equação o lado tático para um embate necessariamente diferente do de sexta-feira. O Benfica, salientou Botelho da Costa, é uma equipa que “coloca muita gente entre linhas” e que “força muito o jogo interior”, mas também capaz de “conseguir desequilíbrios a partir do jogo exterior”. Os espaços que vai conceder serão diferentes daqueles que o FC Porto concedeu, acrescentou.

O timoneiro dos cónegos fez ainda um balanço positivo do mercado de transferências de verão. A seu ver, o plantel está mais forte do que aquele que liderava no final da época passada, com “muitos jogadores jovens e de qualidade e um misto de alguma experiência”, mais do que “uma solução por posição” e “diferentes características para diferentes estratégias”. “Temos, por exemplo, extremos que jogam bem por dentro, extremos que jogam bem por fora, extremos que são mais associativos e extremos que vão mais à profundidade”, assumiu.

Podcast Jornal de Guimarães
Episódio mais recente: #131 - O BRT e três projetos interrompidos pelo executivo de Ricardo Araújo