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CDU alerta para as dificuldades na aquisição e refeições escolares

Redação
Política \ sexta-feira, setembro 15, 2023
© Direitos reservados
Grupo municipal desta força partidária lembra dificuldades de acesso dos encarregados de educação à plataforma de gestão e questiona se alguma criança ficou sem refeição por problemas logísticos.

A CDU de Guimarães alertou, através de um comunicado enviado às redações, a existência de dificuldades na aquisição de refeições escolares, depois de ter recebido “várias queixas por parte dos Encarregados de Educação” nesse sentido.

Trata-se de uma situação que “não é nova”, estando relacionada com “diversos motivos” que não permitem que os encarregados de educação consigam aceder ao Sistema Integrado de Gestão e Aprendizagem (SIGA), plataforma digital de gestão educativa com várias valências, entre as quais, a aquisição de refeições escolares.

“Recordamos que na reunião de Câmara do dia 6 de julho, na parte dedicada ao público, se assistiu a uma intervenção de um encarregado de educação que expunha esta dificuldade”, dá conta a CDU, relembrando que “a senhora vereadora da educação afirmou que estava a ser preparada a migração para uma nova plataforma, que estaria quase concluída”.

Face ao exposto, a CDU formula várias questões à Câmara Municipal de Guimarães, sublinhando que “é da responsabilidade da Câmara Municipal de Guimarães a gestão de refeitórios e fornecimento de refeições. Faz parte do compromisso assumido o objetivo de tornar credível e de confiança o serviço de refeições prestado, assim como, gerir e averiguar possíveis reclamações”.

QUESTÕES DA CDU

  1. Houve crianças a ficarem sem a refeição escolar devido a problemas logísticos? Se sim, quantas?
  2. Quantos encarregados de educação se vêem obrigados a deslocar-se à Câmara Municipal de Guimarães para resolver a dificuldade na aquisição de refeições escolares?
  3. Quantos casos existem de dívidas acumuladas?
  4. Os serviços prestados nas instalações da CMG para regularizar a situação vão ser reforçados para dar uma resposta célere aos encarregados de educação que têm que se deslocar às instalações do município?
  5. A nova plataforma já entrou em funcionamento? Caso a resposta seja negativa, quando se prevê que entre em funcionamento?
  6. Tenciona o executivo camarário passar para as escolas esta responsabilidade, facilitando a comunicação dos encarregados de educação e a aprendizagem, nem que seja de forma temporária? 
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