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Estudos, exposições e números artísticos marcam os 50 anos da UMinho

Redação
Ciência & Tecnologia \ quarta-feira, fevereiro 22, 2023
© Direitos reservados
Num programa com dezenas de iniciativas, sobressaem os estudos relativos ao impacto regional e à produção científica da universidade, um espetáculo multimédia ou o Bosque do Cinquentenário.

Os concertos de 17 de fevereiro, na Igreja de São Francisco, em Guimarães, e de 18 de fevereiro, no antigo Paço Arquiepiscopal de Braga, assinalaram o 49.º aniversário da Universidade do Minho (UMinho) e lançaram, ao mesmo tempo, o cinquentenário da instituição, cujo programa de celebrações se estende até dezembro de 2024.

Instituída em 11 de agosto de 1973, pelo Decreto-Lei n.º 402/73, a Universidade do Minho viu a sua comissão instaladora tomar posse e 17 de fevereiro de 1974, sob a liderança do primeiro reitor, Carlos Lloyd Braga. Assim, a 17 de fevereiro de 1974, a maior instituição minhota de ensino superior organiza uma sessão solene com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, oferece os tradicionais concertos e lança a biblioteca digital, idealizada para preservar a memória e o património dessa academia.

Até lá, a Comissão Comemorativa dos 50 anos da UMinho propõe dezenas de iniciativas, a começar pelo Bosque do Cinquentenário, em março: serão plantadas 50 árvores de mais de uma dezena de espécies autóctones, a repartir pelos campus de Gualter e de Azurém.

A Comissão lança o podcast “Memórias e visões para o futuro da UMinho” em abril, com a participação de elementos de todas as unidades orgânicas da instituição, e a ini ciativa “AtivaMente”, para promover a atividade física nos seus polos. A partir de junho, o programa dá mais espaço às artes, com um espetáculo multimédia que envolve teatro, música, artes visuais e artes digitais em Guimarães e em Braga, as sessões de jazz e de poesia em outubro, o festival de performance na casa da UMinho em Monção, em março de 2024, e a inauguração de obras de arte relativas à efeméride, quer em Gualtar, quer em Azurém, em julho de 2024.

Entre julho e agosto deste ano, a Comissão Comemorativa lança uma exposição itinerante por várias cidades da região, alusiva à oferta educativa, à atividade cultural e à produção científica da instituição. Essa última componente volta a sobressair em novembro, com a apresentação do estudo que está a inventariar as publicações científicas e académicas associadas a membros da UMinho. Em janeiro de 2024, é divulgado o estudo “A UMinho e a transformação da região”.

“Será um programa muito variado que irá estender-se ao longo de quase dois anos”, explicou o presidente da Comissão, João Cardoso Rosas, na apresentação do programa dos 50 anos, decorrida a 18 de fevereiro, na Reitoria da UMinho, no Largo do Paço, em Braga. “Haverá performances teatrais e espetáculos no espaço público, exposições no interior e no exterior das instalações da UMinho, colóquios e conferências para pensarmos a universidade em conjunto”, acrescentou o docente da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas (ELACH).

Já o reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, enalteceu o “patamar de maturidade” atingido pela instituição, pese os desafios do século XXI, depois de percorridos “os tempos da fundação e da afirmação e da consolidação institucional”. “A criação da Universidade do Minho materializou uma aspiração antiga de uma região, integrou uma das mais ambiciosas transformações do sistema de ensino superior português, abriu caminho à afirmação de um importante projeto institucional e veio a revelar-se essencial na transformação de Portugal num país mais justo, mais democrático e mais desenvolvido”, refere, numa nota alusiva aos 50 anos.

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