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Escola João de Meira: direção entende-se com a Câmara, oposição questiona

Redação
Educação \ quarta-feira, setembro 22, 2021
© Direitos reservados
Aulas serão retomadas, ainda que constrangimentos, até ao final das obras prometidas pelo município. Partidos da oposição questionam o arrastar da situação.

A Câmara Municipal de Guimarães “comprometeu-se a resolver no imediato as questões de segurança” do pavilhão da Escola João de Meira, chegando-se a um entendimento para que as aulas de Educação Física possam ser asseguradas.

Os encarregados de educação dos alunos que frequentam a referida escola foram informados, através de uma nota assinada pela diretora Manuela Ferreira, que “até à conclusão da intervenção, que se prevê acontecer com a maior brevidade, as aulas serão lecionadas como até aqui, ou seja, na sala de aula ou nos espaços exteriores se as condições climatéricas assim o permitirem”.

Recorde-se que, tal como o Jornal de Guimarães deu conta “os professores de Educação Física da Escola EB 2/3 João de Meira anunciaram esta segunda-feira à comunidade escolar que não irão lecionar aulas práticas da disciplina devido às más condições do pavilhão”.

Nesta sequência, a deputada, Mariana Silva, do Grupo Parlamentar Os Verdes remeteu ao Ministério da Educação três questões sobre esta temática, nomeadamente:

1.Que informações pode o Ministério da Educação fornecer sobre a situação do Pavilhão da Escola EB 2/3 João de Meira?

2.Para quando estão previstas as obras no Pavilhão Desportivo?

3.Que medidas vai o Governo tomar para garantir o direito destes estudantes à prática de educação física?

Também a Coligação Juntos por Guimarães se pronunciou sobre este assunto, numa conferência de imprensa realizada precisamente junto à Escola João de Meira. “É inaceitável que a Câmara Municipal de Guimarães não tivesse acautelado que todos os equipamentos que estão sobre a sua responsabilidade estivessem em condições de garantir a abertura do ano letivo. Foi preciso os professores de Educação Física revoltarem-se para que a Câmara tomasse uma decisão urgente”, referiu Bruno Fernandes.

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