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Festivais Gil Vicente regressam com estreia absoluta

Redação
Cultura \ quinta-feira, junho 11, 2026
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A peça “Afro Sal.oyá”, de Isabel Zuáa, em estreia absoluta no Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor, marca o arranque da segunda metade do festival de teatro, em curso até sábado.

A investigação sobre o som e o seu impacto no corpo, nas vivências e nas memórias, a partir do vasto legado cultural africano e europeu, redundou em “Afro Sal.oyá”, a mais recente criação de Isabél Zuaa, que se estreia esta quinta-feira, no Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), a partir das 21h30.

Esse solo, com apoio à dramaturgia de Melissa Rodrigues e de Mauro Hermínio, marca o arranque da segunda metade de espetáculos dos Festivais Gil Vicente, principal festival de teatro da cidade, que se estende até sábado.

Na sexta-feira, “Pela boca morre”, de Tomé Nunes Pinto, interpretada pela companhia NAVIO e pelo Teatro de Ensaio Raul Brandão, é exibida pela segunda vez no festival, no Café-Concerto do CCVF, às 19h00 de sexta-feira, antecedendo “TOSHIIB4”, de Luísa Guerra, às 21h30, na black box do Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

No sábado, “Espalhar Fel”, uma audiowalk de Mickaël de Oliveira, anterior diretor do Teatro Oficina, entre 2023 e 2024, percorre os Jardins do Palácio Vila Flor, antes de a reposição de “Tudo em Avignon e eu aqui”, de Bruno dos Reis, encerrar os Festivais na caixa-palco do Grande Auditório do CCVF.

O encerramento acontece em ambiente festivo com “O Retiro dos Festivais”, em parceria com os amigos do Festival do Retiro e do Convívio.

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