skipToMain
ASSINAR
LOJA ONLINE
SIGA-NOS
Guimarães
20 junho 2024
tempo
18˚C
Nuvens dispersas
Min: 17
Max: 19
20,376 km/h

Guimarães volta a dançar a partir de quinta-feira. Três peças esgotadas

Redação
Cultura \ segunda-feira, janeiro 30, 2023
© Direitos reservados
O espetáculo de abertura do GUIdance, a cargo de Gaya de Medeiros, e o de encerramento, pela Akram Khan Company, estão esgotados, bem como uma do primeiro sábado.

Fevereiro é tempo de dança contemporânea em Guimarães, com o seu festival internacional, o GUIdance, a propor, na sua 12.ª edição, uma transição da “escuridão” que contemplou em 2022 para a “claridade”, vertida nas “diferenças” entre os corpos e nas transformações que os habitam ou tão só no despertar para a relação primordial entre o humano e a natureza, descreveu o seu diretor artístico, Rui Torrinha, na apresentação de dezembro.

Essa proposta artística traduz-se em 11 coreografias que sobem aos palcos do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), do Teatro Jordão e do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), de 02 a 11 de fevereiro, estando o primeiro e o último já esgotados, é possível ver no site bol.pt.

Já não há qualquer bilhete disponível para BAqUE, da coreógrafa brasileira trans Gaya de Medeiros, espetáculo-concerto marcado para 02 de fevereiro, e para Jungle Book reimagined, obra da britânica Akram Khan Company que recria a viagem de Mogli, protagonista do clássico de Rudyard Kipling, sob o olhar de um refugiado climático. O outro espetáculo já esgotado é Silent Disco, marcado para as 23h30 de 04 de fevereiro, sábado, no palco do CCVF. Com direção artística de Alfredo Martins, a obra inspira-se precisamente na ideia de comunidade temporária delimitada pelos auscultadores de cada um numa discoteca silenciosa.

Também estão garantidas plateias bem compostas para os restantes espetáculos da primeira metade do festival: para sexta-feira, 03 de fevereiro, restam 56 lugares entre os 225 disponíveis no Teatro Jordão para as peças Blasons, de François Chaignaud, e Doesdicon, de Tânia Carvalho, protagonizadas pela Dançando com a Diferença, companhia cujos intérpretes são pessoas com deficiência.

O coletivo da Madeira sobe de novo ao palco do Jordão a 09 de fevereiro, para Beautiful People, obra do coreógrafo Rui Horta que estreou em 03 de fevereiro, e reaparece, pelo meio, a 07 de fevereiro, com a exibição em vídeo de Endless, peça que apresentou em Guimarães no ano passado para o Dia Mundial da Dança, 29 de Abril.

No sábado, 04 de fevereiro, restam apenas 16 bilhetes entre 108 lugares para se assistir a Some Coreographies, peça do italiano Jacopo Jenna, uma das das 12 selecionadas para circular pela Europa em 2022, ao abrigo da Aerowaves, plataforma de que a Oficina faz parte. O selo Aerowaves manifesta-se mais uma vez nesse sábado, a partir das 21h30, com Gran Bolero, de Jesús Rubio Gamo. Para o espetáculo do coreógrafo espanhol, restam 40 bilhetes na 1.º Plateia, mais próxima do palco, com uma lotação de 364 lugares, e 106 entre os 189 na 2.ª Plateia, cujos lugares não foram disponibilizados na totalidade.

Na segunda metade, a 12.ª edição do GUIdance apresenta também Carcaça, de Marco Ferreira da Silva (08 de fevereiro, 21h30, CCVF), Beautiful People, Rui Horta e Dançando com a Diferença (09 de fevereiro, 21h30, Teatro Jordão), Soirée d’Études, do belga Cassiel Gaube (10 de fevereiro, 21h30, Pequeno Auditório CCVF), Elefante no meio da sala, de Vânia Doutel Vaz (11 de fevereiro, 18h30, CIAJG) e ainda o já referido Jungle Book Reimagined.

Com um orçamento de 160 mil euros para programação e logística envolvente, o festival inclui ainda três conversas pós-espetáculo – Henrique Amoedo, 03 de fevereiro, Marco da Silva Ferreira, a 08 de fevereiro, após a exibição de Carcaça, e a britânica Akram Khan Company, a 11 -, duas masterclasses, com Jesús Rubio Gamo e a Akram Khan Company, os debates ““Natureza, trans formação e outras práticas sensíveis: a felicidade que nos aguarda”, parte I (04 fevereiro) e parte II” (11 fevereiro).

Nota ainda iniciativa Embaixadores da Dança, com Gaya de Medeiros e Henrique Amoedo nas quatro escolas secundárias de Guimarães, uma exposição e uma oficina do coletivo Pato Lógico e a exibição do registo vídeo de Endless, por Eva Ângelo, a 05 e 07 de fevereiro, com conversa na segunda ocasião.

Podcast Jornal de Guimarães
Episódio mais recente: O Que Faltava #73