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No Ave, a vespa asiática combate-se com armadilhas, equipamento e formações

Redação
Sociedade \ quarta-feira, outubro 13, 2021
© Direitos reservados
Está previsto um investimento de 200 mil euros. Ação concertada dos municípios do Ave vai para o terreno no início de 2022.

Implementação de uma rede de armadilhas no território, a aquisição de equipamentos para captura e destruição de ninhos e capacitação
técnica operacional. Estas são algumas das medidas que, no início do próximo ano, a Comunidade Intermunicipal do Ave, em parceria com os municípios seus associados, vai colocar á disposição para detetar e combater a espécie exótica invasora Vespa velutina.

O financiamento foi obtido no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR). A CIM viu aprovada a candidatura, que prevê um investimento elegível superior a 200 mil euros. 

"O território do Ave é uma região de grande incidência deste flagelo. Nos últimos anos, foram detetados milhares de ninhos de vespas registados nas plataformas utilizadas para o efeito, nomeadamente SOSvespa, e, atualmente a STOPvespa. O aumento progressivo do avistamento de vespas velutinas e dos seus ninhos é um fator de enorme apreensão para as populações, para além de ser causador de enormes prejuízos para os apicultores da região", esclarece a CIM do Ave através de um comunicado.

Este projeto a desenvolver consiste num conjunto de ações diretamente alinhadas com o Plano Nacional de Ação para a vigilância e controlo da vespa velutina em Portugal, cujos objetivos estão há muito definidos e assentam em três grandes eixos: prevenção, vigilância e controlo.

Desde 2011 que está confirmada a presença da vespa velutina em Portugal, espécie não-indígena, predadora da abelha europeia. Os primeiros ninhos e avistamentos do inseto foram confirmados nos distritos de Braga e Viana do Castelo e, desde então, tem-se assistido a uma progressão gradual da área afetada no território nacional.

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