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Vítor Macedo: “Torna-se mais fácil quando temos os melhores jogadores”

Redação
Desporto \ segunda-feira, maio 18, 2026
© Direitos reservados
Treinador enalteceu grupo de trabalho pela forma como encarou uma final difícil e conquistou o sexto título de campeão nacional de polo aquático, após uma época desgastante, com 42 jogos.

Conquistado o sexto título de campeão nacional masculino de polo aquático pelo Vitória SC, o treinador Vítor Macedo fez questão de lembrar todos os departamentos que colaboram com a modalidade, desde o departamento médico ao de comunicação, e enalteceu o trabalho dos seus jogadores ao longo de uma temporada desgastante, com 42 partidas oficiais, fruto da participação nas competições europeias.

“O treinador pode ocupar, por vezes, uma posição solitária porque nunca estamos satisfeitos e queremos sempre mais e estamos preocupados com o que correu menos bem, o que podemos fazer melhor. Não é fácil. Torna-se mais fácil quando temos os melhores jogadores do país e jogadores com qualidade. Não foi de todo fácil repetir este feito até porque jogámos contra um bom adversário. Não é só chegar, vir e vencer. Há muito trabalho envolvido, são muitas horas dedicadas a isto”, analisa, em declarações publicadas pelo emblema preto e branco.

Embora o Vitória se tenha habituado a vencer desde a época 2018/19, o técnico lembrou os seus pupilos, antes do quarto e decisivo jogo com o Fluvial, no domingo (13-10), que valeu o título, que cada encontro que pode valer um título “é especial” e carrega em si “um pedaço da alma”. “É um sentimento de muito orgulho. Somos, de facto, a equipa que tem sido hegemónica no panorama nacional, seis títulos consecutivos. Acho que é um orgulho imenso e é de salientar o trabalho feito por toda a gente”, acrescenta, frisando que os vitorianos “nunca se cansam de ser campeões”.

Vítor Macedo reconheceu ainda que as quebras de rendimento no segundo e no terceiro jogo da final evidenciaram a quebra física e mental que se verificou na equipa após a conquista da Taça de Portugal. “Sabíamos que esta final ia ser difícil, mas no primeiro jogo entrámos muito bem. No segundo e terceiro jogos, para além de não terem corrido bem, não conseguimos apresentar a melhor versão de nós próprios. Neste último jogo entrámos altamente personalizados, a saber aquilo que queríamos, muito competentes. Fomos uns justos vencedores”, analisa.

O timoneiro realça ainda que os sentimentos de família e de casa que envolvem o polo aquático vitoriano: “São muitos anos. É a minha oitava época consecutiva a treiná-los. Alguns jogadores foram meus colegas de equipa, outros foram meus atletas nos sub-12, nos sub-13, nos sub-15. É a minha casa, são as minhas pessoas, e é a minha família do polo aquático”, vinca.

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