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APCG dobra capacidade de resposta do Lar Residencial e Centro de Atividades

Redação
Diversidade & Inclusão \ segunda-feira, maio 27, 2024
© Direitos reservados
Estrutura da Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães, em Pencelo, com mais 60 camas para dar resposta no Lar Residencial e no Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão.

A Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães – ACPG inaugurou o seu novo edifício, nomeadamente a ampliação das suas valências, dobrando assim a sua capacidade de resposta, quer Lar Residencial quer no Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão, que agora beneficiam de mais 30 camas cada.

Na cerimónia de apresentação estiveram presentes a secretária de Estado da Ação Social e Inclusão, Clara Marques Mendes, assim como Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães.

“A resposta social nesta área de intervenção é fundamental e prioritária. É a prioridade das prioridades”, disse Domingos Bragança, referindo tratar-se de um investimento necessário para aumentar as condições de promoção da integração social plena das pessoas com deficiência e das necessidades das suas famílias.

Dirigindo-se a Clara Marques Mendes, Domingos Bragança pediu a atenção do Governo para a necessidade de se olhar para a APCG, e instituições congéneres, com muita atenção. “A Câmara Municipal de Guimarães trabalhará com o governo para podermos aumentar a resposta da APCG”, concluiu.

Na sua intervenção, Clara Marques Mendes, disse ser um orgulho estar em Guimarães e ter a possibilidade de conhecer as instalações da APCG. “Felicito a APCG por mais este desafio. Isto é uma verdadeira missão de serviço público, feito com amor, que transforma e promove a inclusão. Instituições como esta devem ser replicadas”, disse. “Há um grande compromisso meu e do Governo com a inclusão, e eu quero ser a voz dos vossos anseios”, frisou.

Joaquim Oliveira, presidente da APCG, referiu-se ao momento vivido como “muito importante e que ficará na memória de todos os presentes”. Para o presidente da APCG, a ampliação das instalações e da resposta é fundamental para dar resposta à lista de espera que atualmente existe, não deixando de lembrar as dificuldades sentidas durante a construção do novo edifício, e que resultaram da crise pandémica. “Fomos obrigados a contrair um empréstimo bancário para horarmos os nossos compromissos”, disse.

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