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03 dezembro 2022
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Podemos caminhar sem usar o corpo? Talvez. Há respostas no Bairro C

Redação
Cultura \ segunda-feira, março 21, 2022
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Guimarães recebe encontro internacional de artistas caminhantes. UMinho junta esta semana peritos de vários países para refletir porque se caminha.

O Bairro C, em Guimarães, acolhe de 21 a 27 de março o encontro internacional de artistas caminhantes “The Walking Body” (TWB3), com walkshops, oficinas, mesa redonda, conferência e residência artística. A iniciativa da Escola de Arquitetura, Arte e Design (EAAD) e do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) da Universidade do UMinho é aberta ao público, basta a inscrição em walk.lab2pt.net/twb-3.

Porque se caminha e deambula? É para descobrir algo ou o nosso caminho exterior/interior? Importa mais o processo ou o fim de caminhar? E como caminhar sem usar o corpo? Aliás, os caminhos só existem para os descobrir e partilhar? E como a cidade de Guimarães pode influir nisto tudo? Estas são algumas questões a abordar no evento. O simples ato ou hipótese de colocar um pé à frente do outro pode abrir formas de pensar o tempo, o território, o ambiente, a cultura.

Os sete walkshops da TWB3 iniciam na galeria da Garagem Avenida. São orientados por artistas convidados, como os autores das redes CGeomap e Locative Media Supercluster, Fred Adam e Geert Vermeire; a fundadora do Cut Contemporary Fine Arts Lab (Chipre), Klitsa Antoniou; a diretora do Centro de Criação Contemporânea Nau Côclea (Espanha), Clara Garí; a jornalista e filósofa belga Anna Luyten; o organizador de Visual March to Prespa, Yannis Ziogas; e, como anfitriões da EAAD/Lab2PT, a professora e pintora Natacha Antão, e o professor e diretor do Museu Nogueira da Silva, Miguel Bandeira Duarte.

O primeiro walkshop é na segunda-feira, às 14h30. Mais tarde, às 21h00, a Sociedade Martins Sarmento acolhe uma mesa redonda sobre a arte e o ato de caminhar. A conferência deste encontro é quarta-feira, às 14h30, no Museu Alberto Sampaio, com os artistas convidados a explorarem como, ao caminhar, se pode mudar a consciência, a perceção e a compreensão do que nos rodeia. No fim de semana, aquele grupo realiza uma residência artística no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O programa geral é organizado pela EAAD/Lab2PT e pela associação internacional Made of Walking, tendo o apoio do Município de Guimarães, ao abrigo do IMPACTA, e do Programa Mobilidade Criativa I-Portunus.

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