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Transporte a pedido com arranque marcado para 01 de junho de 2024

Tiago Mendes Dias
Política \ sexta-feira, novembro 10, 2023
© Direitos reservados
Vereadora com a mobilidade, Sofia Ferreira, diz que o modo, concessionado à Vitrus, vai colmatar défice de oferta aos fins de semana, nas férias e nos circuitos que atravessam Polvoreira e Pencelo.

O arranque do serviço de Transporte de Passageiros Flexível (TPF), também designado de transporte a pedido, está marcado para 01 de junho de 2024, adiantou a vereadora com o pelouro dos transportes, à margem da reunião de Câmara Municipal desta quinta-feira.

O executivo aprovou a alteração da minuta do contrato de serviço público a celebrar nesse sentido com a Vitrus, empresa municipal responsável por garantir uma modalidade que espera garantir “melhor oferta de transporte público”, vinca Sofia Ferreira. “Há um défice de oferta. Vai ser importante aos fins de semana. Vai colmatar carências diurnas nos circuitos de Pencelo e de Polvoreira. E também vai ajudar a resolver a escassez de transportes no período das férias”, perspetiva.

Na agenda da reunião de quinta-feira, a proposta para a alteração da minuta refere que “o município auscultou a Vitrus sobre a data prevista para início da operação, tendo sido referido, em ofício datado de 20 de julho, o prazo de 11 meses para arranque da operação, atento os prazos legalmente previstos para o procedimento de contratação pública”.

Aprovado na reunião de 29 de novembro de 2022 e na Assembleia Municipal de 16 de dezembro, o contrato-programa com a Vitrus foi alterado na sequência do parecer prévio favorável da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes. “Trouxemos uma alteração na sequência do parecer da Autoridade Municipal dos Transportes. Estamos a falar de uma carga burocrática muito grande, que não se compadece da urgência que queremos dar aos assuntos”, acrescenta a vereadora.

A coligação Juntos por Guimarães, composta por PSD e CDS-PP, absteve-se na alteração da minuta do contrato, com Hugo Ribeiro a lamentar o pouco tempo entre a receção das propostas de agenda e a realização da reunião de Câmara. “Queremos averiguar a questão em profundidade. Temos de averiguar se outra forma de interceder poderia ser feita”, disse.

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