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Centro Histórico: “Um local vivo e vibrante”

Alfredo Oliveira
Opinião \ sexta-feira, novembro 12, 2021
© Direitos reservados
Passados vinte anos, como refere Alexandra Gesta, o centro histórico é, sem dúvida, um “local vivo e vibrante”.

2021 é um ano de comemorações redondas em Guimarães. Diversas associações, equipamentos e eventos assinalaram ou estão a assinalar comemorações do seu aparecimento na sociedade vimaranense.

Nesta edição, o destaque vai para o aproximar do 20º aniversário, a 13 de dezembro, da classificação do centro histórico da cidade como Património Mundial da Unesco.

Temos de recuar a um dos primeiros passos dessa caminhada. Corria o ano de 1985 quando Manuel Ferreira, então presidente da Câmara promoveu a criação do Gabinete Técnico Local (designado em 1983 por Gabinete do Centro Histórico), liderado pela arquiteta Alexandra Gesta, com o objetivo de “estancar a degradação do Centro Histórico”.

No entanto, foi com António Magalhães, em 1995, que o desígnio de colocar o centro histórico no patamar dos sítios património da humanidade ganhou expressão e centrou à sua volta um conjunto de personalidades e vontades determinadas nesse propósito. 

O próprio ex-presidente do município recorda o final da tarde de 13 de dezembro de 2021 em que a vereadora Francisca Abreu, estando em Helsínquia, telefonou para anunciar a decisão do Comité do Património Mundial.

Passados vinte anos, como refere Alexandra Gesta, o centro histórico é, sem dúvida, um “local vivo e vibrante”. Passadas estas duas décadas, importa projetar as próximas, tendo em conta, também, as situações de imprevisibilidade, como é o caso da pandemia provocada pela covid-19.

 

Vinte anos de existência passam também pelo Multiusos, inaugurado a 17 de novembro de 2001, e classificado como a “joia da coroa” da nova Cidade Desportiva de Guimarães. O presidente da Tempo Livre (entidade gestora do espaço), Amadeu Portilha, afirma que é o local âncora dos grandes eventos de Guimarães e lugar de “partilha da felicidade”. No espaço temporal da sua existência já passaram mais de 3,2 milhões de espetadores, em cerca de 800 eventos.

 

Com mais dez anos de vida, temos o “Guimarães Jazz” a marcar a cadência de fortes vivências musicais, festival que identifica a cidade e que vai deixando marcas através das suas residências artísticas, sempre a criar “novos públicos”.

 

Com uma idade mais vetusta, respeitável pela sua ancianidade e com forte presença na sociedade vimaranense, temos a comemoração dos 140 anos da Sociedade Martins Sarmento.

Tem o nome desse vulto maior que foi o arqueólogo e etnógrafo Francisco Martins Sarmento, sendo uma Instituição cultural que, nas palavras de António Amaro das Neves, “é uma emanação do que a sociedade vimaranense tem de melhor”.

 

A edição deste mês do Jornal de Guimarães em Revista não fica por este registo comemorativo. Descubra, o leitor, nestas páginas, esses outros temas, bem como as reflexões dos nossos cronistas.

 

Boas leituras!

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