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Nova frente urbana a sul da cidade

Alfredo Oliveira
Opinião \ sexta-feira, março 11, 2022
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O volume de construção trará mais pessoas para o centro da cidade, mas também terá outras repercussões no espaço público.

Será a intervenção que marcará indelevelmente o crescimento da cidade nas próximas décadas, não só pela sua dimensão, mas essencialmente pela sua localização. Numa zona que já foi industrial, teremos 693 novos fogos numa área de 97.392,95 m2 entre comércio, habitação e serviços, delimitada pela avenida D. Afonso Henriques, avenida D. João IV, rua Colégio Militar e rua da Caldeiroa, na União das Freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião.

Área de entrada e logicamente de saída próxima do coração da cidade é uma zona que, como evidenciam as intervenções já realizadas, terá grande visibilidade e um considerável impacto na malha urbana da cidade de Guimarães.

O volume de construção trará mais pessoas para o centro da cidade (podendo-se finalmente inverter o ciclo de crescimento populacional negativo de Guimarães), mas também terá outras repercussões no espaço público, com um aumento de circulação de pessoas e, naturalmente, da circulação automóvel.

Teremos três novos arruamentos viários que poderão ser alternativas e permitir uma maior fluidez automóvel na zona central da cidade, mas não se pode esquecer que teremos mais 693 automóveis nesta zona (pensando por baixo, de um automóvel por uma nova habitação).

O presidente da Câmara mostra-se confiante que esta nova frente urbana da cidade, juntamente com o projeto de arquitetura para as imediações da estação ferroviária, que prevê mais 250 fogos, será a resposta para controlar os preços das habitações e ajudar à fixação da população em Guimarães.

Este volume de construção poderá implicar, de acordo com o Regime Jurídico da Avaliação de Impacte Ambiental (RJAIA), uma avaliação de impacte ambiental (AIA) que, segundo o Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de outubro, é obrigatória em operações de loteamento urbano com construção superior a 500 fogos.

Para Domingos Bragança, os loteamentos “não estão aprovados”, avançando que se os estudos de impacte ambiental forem necessários, assim acontecerá.

 

O Vitória foi a eleições e António Miguel Cardoso tornou-se presidente do principal clube de Guimarães. O novo presidente da direção tem a enorme tarefa de trazer o clube para o patamar equivalente à dedicação da sua massa associativa.

 

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Boas leituras.

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